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Desabafo de motorista do Uber nos lembra que coincidências não existem

De alguma maneira, nossas histórias estão conectadas!


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Um dia desses, a bibliotecária Catia Lindemann precisou levar o pai dela ao cardiologista. Catia pediu um Uber, entrou no carro e de repente percebeu que o motorista estava olhando estático para a bengala de seu pai.

Wagner logo perguntou onde ela tinha comprado a bengala. Tinha sido em uma loja de artigos de Umbanda. Catia explicou direitinho como era a loja, e Wagner respondeu que o pai dele tinha feito a bengala que seu pai estava usando.

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Ele comentou que as lojas fazem encomenda para o pai, mas que nunca tinha visto ninguém usando o objeto. “Neste instante observo que ele dirige em lágrimas. Fiquei sem entender e nem sabia o que dizer”, relatou Catia em um post na sua conta do Instagram.

O motorista enxuga as lágrimas do rosto e diz que seu pai foi diagnosticado com leucemia. Em seguida, ele falou que fazia só 24 horas que era motorista do Uber. Wagner disse ainda que não sabia o quanto precisaria trabalhar para pagar o empréstimo que pegou para alugar o carro.

Ainda pouco eu parei o carro e questionei minha própria vida. Pedi que Deus me desse respostas. Foi quando aceitei sua viagem e vejo sentar do meu lado alguém que está usando o trabalho do meu pai pra se locomover. Ele fez estas bengalas para não desistir da vida”, disse Wagner para Catia.

“Pois diga ao seu pai que o meu pai recebeu de mim esta bengala de presente no dia de seu aniversário e nunca antes um presente o deixou tão feliz… Fale pra ele que, por meio das mãos dele, um outro idoso hoje caminha sem medo de cair”, respondeu Catia, confortando Wagner.

Tentamos contato com Wagner até o fechamento desta matéria, mas não tivemos retorno. Mas, temos a ligeira impressão de que o encontro com Catia e seu pai proporcionou as respostas que estava buscando para suas inquietações.

Leia o post de Catia na íntegra:

 

Visualizar esta foto no Instagram.

 

Hoje chamei o Uber para levar meu pai ao cardiologista. Tão logo o carro chegou e meu pai embarcou, o condutor ficou estático olhando para meu velho e então começou a conversar comigo: – Esta bengala do seu pai, a senhora comprou na loja “assim e assado”? – Sim, foi lá mesmo. Como você sabe? – É meu pai que faz. As lojas encomendam pra ele, é vendida até em casa de religião. Mas nunca encontrei ninguém usando ou mesmo vi a arte dele por aí. Neste instante observo que ele dirige em lágrimas. Fiquei sem entender e nem sabia o que dizer. Então ele enxuga a face e fala: – Meu pai foi diagnosticado com leucemia; Eu comecei no Uber faz 24 horas, arrisquei até o que eu não tinha; Ainda pouco eu parei o carro e questionei minha própria vida. Pedi que Deus me desse respostas. Foi quando aceitei sua viagem e vejo sentar do meu lado alguém que está usando o trabalho do meu pai pra se locomover. Ele faz estas bengalas para não desistir da vida; – Pois diga ao seu pai que o meu pai recebeu de mim esta bengala de presente no dia de seu aniversário e nunca antes um presente o deixou tão feliz… Fale pra ele que, por meio das mãos dele, um outro idoso hoje caminha sem medo de cair. Olha, eu trabalho com livros e leitura, mas o que de fato me move são estas histórias da vida real, feito obra que se abre diante de mim… De um jeito que não explico, só sinto. Inspiremo-nos! #Livros #Histórias #Deus #Enigmas

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Uma publicação compartilhada por Catia Lindemann (@catialindemann) em

“Hoje chamei o Uber para levar meu pai ao cardiologista. Tão logo o carro chegou e meu pai embarcou, o condutor ficou estático olhando para meu velho e então começou a conversar comigo:
– Esta bengala do seu pai, a senhora comprou na loja “assim e assado”?
– Sim, foi lá mesmo. Como você sabe? – É meu pai que faz. As lojas encomendam pra ele, é vendida até em casa de religião. Mas nunca encontrei ninguém usando ou mesmo vi a arte dele por aí.
Neste instante observo que ele dirige em lágrimas. Fiquei sem entender e nem sabia o que dizer. Então ele enxuga a face e fala:
– Meu pai foi diagnosticado com leucemia; Eu comecei no Uber faz 24 horas, arrisquei até o que eu não tinha; Ainda pouco eu parei o carro e questionei minha própria vida. Pedi que Deus me desse respostas. Foi quando aceitei sua viagem e vejo sentar do meu lado alguém que está usando o trabalho do meu pai pra se locomover. Ele faz estas bengalas para não desistir da vida;
– Pois diga ao seu pai que o meu pai recebeu de mim esta bengala de presente no dia de seu aniversário e nunca antes um presente o deixou tão feliz… Fale pra ele que, por meio das mãos dele, um outro idoso hoje caminha sem medo de cair.
Olha, eu trabalho com livros e leitura, mas o que de fato me move são estas histórias da vida real, feito obra que se abre diante de mim… De um jeito que não explico, só sinto. Inspiremo-nos!”

uma bengala dois pais respostas

crédito da foto: Reprodução/Instagram @catialindemann

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