Mãe biológica enxuga lágrima de mãe adotiva após fim do processo de adoção

"Nós queremos que ele cresça sabendo quem ela é, sua história e o quanto ele é amado por muitos.”


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Lauren e o marido alimentavam o sonho de serem pais desde quando começaram a namorar. Eles tentaram o método tradicional, mas escolheram adotar uma criança. O casal tinha muitas dúvidas sobre o processo de adoção, então, foi atrás de informações.

Um amigo sugeriu que eles fossem a uma conferência de adoção realizada por uma igreja, no Texas (EUA), onde o casal vive. “Nós fomos, aprendemos, e saímos com mais clareza de que isso era algo que íamos buscar”, disse Lauren ao Love What Matters.

O casal procurou centros de adoção até chegar ao Gladney Center of Adoption. O dia era 20 de março de 2015 – coincidiu com o quinto aniversário de casamento deles –, quando sentaram-se na sala de orientação do centro. Em julho, Lauren e o marido foram aprovados e entraram na lista de espera para adoção.

Eles esperaram dois longos anos para dar entrada no processo. Foi depois de uma viagem ao exterior, quando receberam uma ligação da assistente social. A assistente disse que uma mãe – ainda grávida – tinha interesse em entregar o filho dela para eles ou para uma outra família.

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O amor está acima do laço sanguíneo.

“Seguimos o conselho da nossa assistente social, escrevemos uma carta para ela nos apresentando e respondendo algumas perguntas que ela tinha feito.”

Passados alguns dias, a mulher escolheu o casal para criar seu filho! “Finalmente um fio de esperança de que nossa espera estava chegando ao fim. Estávamos cautelosamente otimistas! Depois de seguir o cronograma padrão do centro para uma aproximação inicial e uma reunião num almoço, ambas as partes decidiram que esse era um bom caminho”, lembra Lauren.

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Dali em diante, eles ficaram cada vez mais próximos uns dos outros, conhecendo-se melhor. A criança nasceu no dia 18 de agosto de 2017, e Lauren e o marido tiveram a sorte de conhecê-lo e abraçá-lo na noite do seu nascimento. “A espera foi longa, mas o amor foi instantâneo. Palavras não são capazes de descrever a alegria e a plenitude dos nossos corações.”

Mas, eles tiveram que esperar 30 dias para levar a criança pra casa. O casal disse que essa foi a espera mais longa e difícil em todo o processo de adoção. A cerimônia de adoção foi pra lá emocionante, tanto para a família adotiva quanto para a família biológica.

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O amor deve ser compartilhado, jamais dividido.

“Desde aquele dia, experimentamos um nível de amor totalmente novo, riso, preocupação, alegria, falta de sono e proximidade à medida que descobrimos a paternidade. Todo dia é uma aventura nova. Nós nos divertimos muito vendo ele descobrir tudo e vendo sua personalidade aparecer.”

O mais incrível de tudo é que Lauren e o marido não se distanciaram da mãe biológica da criança. Pelo contrário, e isso é uma razão para acreditar que não devemos dividir o amor, mas, sim, compartilhá-lo. O amor está acima do laço sanguíneo.

“Seguimos em contato com a mãe biológica através de mensagens de texto e atualizações por e-mail/foto. Nós nos encontramos recentemente e vamos fazer isso mais algumas vezes. Nós queremos que ele cresça sabendo quem ela é, sua história e o quanto ele é amado por muitos.

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Fotos: Reprodução/Sara Liz Photography


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