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O emocionante relato de uma mulher que superou o preconceito e encontrou o amor

”Me faz ver a mulher linda e guerreira que sou.”


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Se já não bastasse a dor das lesões e as inúmeras cirurgias, a Káh Felipe tem que escutar pessoas que dizem que o amor do seu namorado não é real, por puro preconceito com sua aparência.

Ela tem uma doença genética, chamada Xeroderma Pigmentoso. Basicamente, não pode ter contato com o sol ou qualquer tipo de luz que transmita raios ultravioleta. Até os 7 anos, Káh conviveu bem com a doença.

Depois, começou a aparecer uma lesão atrás da outra por todo o seu corpo. Ela também teve um melanoma no lábio inferior, que depois se espalhou para outras partes do corpo. Káh perdeu as contas das cirurgias que fez para curar as lesões.

“Por isso a deformação no meu rosto e no meu corpo, e por causa das cicatrizes. Minha vida sempre foi assim conturbada e cheia de sofrimentos, mas em meio a isso tudo tenho anjos ao meu lado, minha família, meus filhos”, escreveu ela em um post no seu perfil do Facebook.

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Ela é mãe de três filhos (Gabrielly, Kauanny e Gabriel) e conta que os relacionamentos com os pais das crianças foram cheios de sofrimento. “A única coisa boa que trago dessas relações são meus filhos, meus presentes de Deus”, afirma.

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Káh estava decidida a ficar sozinha, viver para ela e para seus filhos. Ela mudou de ideia no início do ano, depois que Edmilson viu uma foto sua no Facebook, ficou apaixonado, e enviou uma solicitação de amizade.

“Pois bem os dias se passaram e exatamente no dia 28/01/18 começamos a trocar mensagens, e fomos nos conhecendo, e se envolvendo a cada dia mais e mais, eu imaginava que não iria passar de alguns dias ou semanas, mais ai passou um mês dois meses, e ele a cada dia me passava mas confiança, me demonstrava ser um cara incrível, trabalhador, honesto, cara as atitudes dele comigo era sem explicação só eu entendia mesmo o que tava acontecendo entre eu e ele.”

Káh e Edmilson começaram a namorar a distância: ela morava em Fortaleza, ele, em uma cidade do interior do Ceará. Passou um tempo e Edmilson foi tentar a vida no Rio de Janeiro. Káh ficou em Fortaleza e o casal passou cinco meses só trocando mensagens. Até que ela viajou para o Rio de Janeiro para conhecer Edmilson. Káh estava bastante nervosa, pois não sabia qual seria a reação de Edmilson quando a visse pessoalmente.

“Mas ele com todo seu amor e cuidado me deixou tão a vontade, me passou tanta confiança que logo tava com ele como se já tivesse anos de convivência, e a cada segundo do lado dele, ele só me provava tudo o que ele diz ser, tudo o que ele é”, lembra.

Após sofrer tanto com as lesões, cirurgias e o preconceito, Káh agora sente que sua família está completa e tem muitos sonhos para realizar. Ter um cantinho só dela, de Edmilson e dos filhos. Seguir em frente e mostrar que o que as pessoas pensam ou falam não define quem ela é: uma pessoa feliz e realizada!

crédito das fotos: Reprodução/Facebook Káh Felipe Felipe

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