Tatuadora resgata a autoestima de mulheres sobreviventes do câncer


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Às vezes a vida nos prega peças que, de início, nos fazem titubear em busca de respostas. Foi num acaso do destino que a paranaense Bárbara Nhiemetz encontrou sua vocação: se tornou tatuadora e hoje resgata a autoestima de mulheres sobreviventes do câncer. Ela nunca mais foi a mesma depois de acompanhar de perto uma paciente muito especial: sua mãe.

Em um vídeo especial para a série Vale na sua Vida, da mineradora Vale, ela contou como o aço mudou os rumos de sua história, chegando até a tatuagem, prática iniciada precocemente, aos 14 anos de idade. A agulha utilizada para eternizar desenhos, símbolos e frases na pele é feita de aço, produto originado do minério de ferro, do qual a Vale é a maior produtora do mundo.

Com o equipamento em mãos, deu à Sueli, sua mãe, um dos melhores presentes que poderia dar: uma bela flor, que fluiu naturalmente de sua imaginação para a pele. “Acho que foi a sessão mais linda que eu já fiz, com toda a certeza”, disse.

A cicatriz da cirurgia, que resultava em incômodo para Sueli, fez brotar uma linda lembrança, um desenho que é motivo de orgulho e simboliza a superação, a vida aflorando de dentro do peito. Hoje ela está com 59 anos e há 15 anos curada.

Como essa luta não pode parar, Bárbara, hoje com 24 anos, continuou tatuando as mulheres que venceram essa árdua batalha. Todas as segundas-feiras se dedica ao trabalho voluntário de cobrir cicatrizes, refazer a pigmentação dos mamilos e abraçar a causa. Confira abaixo o emocionante depoimento de mãe e filha sobre esse grande marco em suas vidas, que contou com uma ajudinha dele, o aço:



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