fbpx

Empresa permite que funcionários levem seus pets ao escritório

A percepção de que os pets aliviam a tensão no local de trabalho é unânime.


empresa permite funcionários levem pets escritório
PUBLICIDADE ANUNCIE

A percepção de que os pets aliviam a tensão no local de trabalho é unânime entre os funcionários do escritório de uma fábrica de rações em Descalvado, no interior de São Paulo.

Os funcionários podem levar seus cães ou gatos para os escritórios da fábrica desde 2016. Recentemente, a política ‘pet friendly’ da empresa passou a oferecer um benefício para quem adotar um amigo animal: ‘licença peternidade’ de 8 horas.

Os bichinhos são bem-vindos em qualquer dia da semana. O funcionário só precisa agendar o dia certinho e retirar um crachá. A principal exigência é que eles sejam recebidos no dia reservado para animais da mesma espécie, ou apenas cães ou apenas gatos, informou o site G1.

Eles também precisam ter mais de seis meses de vida, estarem vacinados e, no caso das fêmeas, que não estejam lactantes, grávidas ou no cio.

PUBLICIDADE ANUNCIE

O tutor de Luke, um cão da raça Cane Corso (foto de capa), só vê vantagens na iniciativa da empresa. Gustavo Bocato destaca que os animais aproximam os funcionários, tornando o ambiente de trabalho mais agradável e mais produtivo.

“Acho que o ambiente fica mais leve, facilita as pessoas a interagirem. Ajuda as pessoas a ficarem mais próximas e pessoas mais próximas são essenciais para um ambiente efetivo e eficiente”, afirma o diretor industrial.

E engana-se quem acha que o cuidado é individual. Os tutores são responsáveis pela alimentação de seus pets, mas não é raro um colega levar o bichinho para passear.

A gerente de RH da empresa, Silvia Maria Pavarina, lembrou que muitas pessoas se surpreendem com a iniciativa. Ela garantiu que isso conta na decisão dos candidatos e também no comprometimento dos funcionários.

“Quando a gente tem algo poderoso, que é tão importante para a gente, ficamos dispostos a fazer concessões porque a gente entende que não é comum, não é requisito legal, então a gente vê que isso faz a diferença e tem contrapartida”, contou ela.

crédito da foto de capa: Fabiana Assis/G1

PUBLICIDADE ANUNCIE

PUBLICIDADE ANUNCIE

Acessar

Resetar senha

Voltar para
Acessar