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Professor cria mapas com textura para ensinar deficientes visuais


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Que ideia interessante, não?! Quem mais imaginaria uma coisa tão criativa e capaz de facilitar tanto a vida dos que mais precisam? Pois quem começou com o projeto foi o professor de geografia do Instituto Federal de Educação (IFPE), Marcelo Miranda, que desenvolveu mapas com textura física para ajudar no aprendizado de deficientes visuais, segundo afirma o site do G1.

A ideia é que, com texturas diferentes, as pessoas com deficiência visual consigam identificar, pelo toque, cada ponto do desenho. Materiais como botões, lã e papelão ondulado foram os utilizados para a confecção dos mapas. Além disso, eles contam com uma legenda em braile para que todos consigam compreender o que tá escrito pela ponta dos dedos.

Segundo Marcelo, é muito importante que os professores passem por um processo de observação e também criação de projetos. Quanto mais simples o projeto for, mais fácil será de ser produzido e utilizado. “A produção, a confecção, o baixo custo, inclusive, revelam uma curiosidade sobre o povo. As pessoas, às vezes na pressa, na opção de aproveitar as coisas que já estão prontas, acabam por não produzirem, não adaptarem, não criarem coisas como essa. Simples, mas de efeito muito intenso na pessoa que está estudando, tem a deficiência visual e que precisa dessas informações”, conta ele.

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Não é à toa que o professor foi homenageado no Dia do Professor no auditório da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) no bairro de Boa Viagem, na Zona Sul do Recife. Durante o evento, alguns estudantes deficientes visuais foram convidados para conhecer e testar os mapas. A pedagoga Vitória Damasceno também foi convidada.

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“A teoria é muito diferente do concreto. A gente pegando, sentindo, a gente lendo, é muito mais fácil de poder entender qualquer que seja a explicação que recebemos de algum professor”, revela. O diferencial também é que cada textura pode ser usada  para identificar lugares e vegetação e ainda conta com cores diferentes para os casos de pessoas com baixa visão apenas.

O evento foi organizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e segundo a pedagoga, mais políticas de inclusão na educação devem ser implementadas. “A inclusão não é só você incluir fulano, é você socializar, fazer com que ele participe direta e indiretamente qualquer situação. Porque, afinal, a educação é um direito de todos”, disse.

E aí, você gostou dessa ideia? Já imaginou se isso chegasse em todos os lugares do mundo? Quantos deficientes visuais não seriam beneficiados?

Fotos: Reprodução.

Fonte: G1.

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[Nota da Redação]

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