Projeto comprova eficiência do esporte com ferramenta de inclusão social


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(Por Claudia Corbett)

Neymar, Messi, Cristiano Ronaldo… Os ídolos não poderiam ser outros. Os garotos e garotas do projeto Bola na Rede não estão para brincadeira. São focados e levam a sério as atividades esportivas. Esta iniciativa faz parte do Serviço de Proteção Social Básica do Centro de Promoção para um Mundo Melhor (Cepromm), entidade parceira da Fundação FEAC.

Criado há seis anos, o Bola na Rede vem despertando cada vez mais jovens para o esporte. O projeto é focado no Futsal, mas oferece conhecimento também de voleibol, handebol e basquete. A iniciativa tem como premissa fazer do esporte um instrumento pedagógico que, para além da prática, trabalha a socialização, construção de valores e fortalecimento de vínculos.

Muitas destas crianças e adolescentes já colhem os frutos desta aproximação com as quadras. Lana Ferreira, 12 anos, faz parte do Bola na Rede desde o início do projeto. Graças a esse incentivo, a garota joga handebol pela escola onde estuda. Já Iago Fernandes Viana, 10 anos, joga no time campineiro infantil de futebol da Ponte Preta, como atacante.

Segundo Fabiana D’Angeli, coordenadora pedagógica do Cepromm, para manter o projeto este ano a entidade conseguiu um recurso semestral por meio de um Chamamento Público do Fundo de Investimento Esportivo de Campinas – FIEC. “Este projeto não pode parar. Ele acontece de janeiro a janeiro e o número de participantes de 06 a 14 anos vem aumentando”, ressaltou. As crianças e adolescentes também se envolvem quando não há recursos externos. “Eles nos ajudaram com a venda de rifas para comprar as bolas específicas”, pontuou.

Fora de campo

Nem só de esporte vive o Bola na Rede. Os dias de encontros são antecipados por rodas de conversas que abordam assuntos atuais e de interesse do grupo como, por exemplo, problemas na internet, bullying, entre outros. Nesta ocasião os participantes podem ainda se conhecer melhor. “Nestas conversas todos opinam e trocam suas experiências e assim acabam se ajudando”, enalteceu a educadora esportiva Girlene Ferreira da Costa. Esta oportunidade também pode ser repetida ao término das atividades, quando escolhem o que jogar ou brincar. O momento é livre para fazer alguma outra atividade recreativa, como por exemplo pular corda.

Entrando em campo

As crianças e adolescentes do Bola na Rede sabem que antes de entrar em quadra ou campo é essencial aprender fundamentos técnicos. E este aprendizado tem melhor resultado quando acompanhado por demonstração. Neste quesito a educadora conta com o apoio dos jogadores que já praticam as modalidades. “Eu explico as regras para que eles assimilem e os que já dominam demostram. Esta ação é essencial para o aprendizado de espírito de equipe e contribuição. O resultado é visível: os times se unem e se fortalecem”, comemorou.

Amistoso

No início do segundo semestre de 2017 acontece, dentro da instituição, o Internúcleos, um campeonato amistoso de futsal que reúne em quadra times dos períodos da manhã e tarde.  Trata-se de uma preparação para outros campeonatos e competição. “Temos dois times da manhã e dois da tarde masculinos e três femininos. Estes jogos internos acontecem como um treino para o InterONGs, que é o campeonato de futsal entre algumas instituições que têm serviço similar”.

No pódio

O projeto Bola na Rede vem ao encontro da proposta do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculo enquanto estratégia meio. Para o assessor social do Departamento de Assistência Social (DAS) da FEAC, Alann Scheffer Oliveira, esta ação esportiva potencializa as ofertas do serviço para além das questões técnicas e táticas do esporte. “Ela visa cada vez mais o aprendizado social ampliado que unido a outras propostas, amplia o repertório para o enfrentamento das situações de vulnerabilidade e risco social vivenciados pelas crianças e adolescentes. Portanto, o esporte é uma importante ferramenta para a Assistência Social”, confirmou o assessor.

Saiba Mais:www.cepromm.com.br

Neymar, Messi, Cristiano Ronaldo… Os ídolos não poderiam ser outros. Os garotos e garotas do projeto Bola na Rede não estão para brincadeira. São focados e levam a sério as atividades esportivas. Esta iniciativa faz parte do Serviço de Proteção Social Básica do Centro de Promoção para um Mundo Melhor (Cepromm), entidade parceira da Fundação FEAC.

Criado há seis anos, o Bola na Rede vem despertando cada vez mais jovens para o esporte. O projeto é focado no Futsal, mas oferece conhecimento também de voleibol, handebol e basquete. A iniciativa tem como premissa fazer do esporte um instrumento pedagógico que, para além da prática, trabalha a socialização, construção de valores e fortalecimento de vínculos.

Muitas destas crianças e adolescentes já colhem os frutos desta aproximação com as quadras. Lana Ferreira, 12 anos, faz parte do Bola na Rede desde o início do projeto. Graças a esse incentivo, a garota joga handebol pela escola onde estuda. Já Iago Fernandes Viana, 10 anos, joga no time campineiro infantil de futebol da Ponte Preta, como atacante.

Segundo Fabiana D’Angeli, coordenadora pedagógica do Cepromm, para manter o projeto este ano a entidade conseguiu um recurso semestral por meio de um Chamamento Público do Fundo de Investimento Esportivo de Campinas – FIEC. “Este projeto não pode parar. Ele acontece de janeiro a janeiro e o número de participantes de 06 a 14 anos vem aumentando”, ressaltou. As crianças e adolescentes também se envolvem quando não há recursos externos. “Eles nos ajudaram com a venda de rifas para comprar as bolas específicas”, pontuou.

Fora de campo

Nem só de esporte vive o Bola na Rede. Os dias de encontros são antecipados por rodas de conversas que abordam assuntos atuais e de interesse do grupo como, por exemplo, problemas na internet, bullying, entre outros. Nesta ocasião os participantes podem ainda se conhecer melhor. “Nestas conversas todos opinam e trocam suas experiências e assim acabam se ajudando”, enalteceu a educadora esportiva Girlene Ferreira da Costa. Esta oportunidade também pode ser repetida ao término das atividades, quando escolhem o que jogar ou brincar. O momento é livre para fazer alguma outra atividade recreativa, como por exemplo pular corda.

Entrando em campo

As crianças e adolescentes do Bola na Rede sabem que antes de entrar em quadra ou campo é essencial aprender fundamentos técnicos. E este aprendizado tem melhor resultado quando acompanhado por demonstração. Neste quesito a educadora conta com o apoio dos jogadores que já praticam as modalidades. “Eu explico as regras para que eles assimilem e os que já dominam demostram. Esta ação é essencial para o aprendizado de espírito de equipe e contribuição. O resultado é visível: os times se unem e se fortalecem”, comemorou.

Amistoso

No início do segundo semestre de 2017 acontece, dentro da instituição, o Internúcleos, um campeonato amistoso de futsal que reúne em quadra times dos períodos da manhã e tarde.  Trata-se de uma preparação para outros campeonatos e competição. “Temos dois times da manhã e dois da tarde masculinos e três femininos. Estes jogos internos acontecem como um treino para o InterONGs, que é o campeonato de futsal entre algumas instituições que têm serviço similar”.

No pódio

O projeto Bola na Rede vem ao encontro da proposta do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculo enquanto estratégia meio. Para o assessor social do Departamento de Assistência Social (DAS) da FEAC, Alann Scheffer Oliveira, esta ação esportiva potencializa as ofertas do serviço para além das questões técnicas e táticas do esporte. “Ela visa cada vez mais o aprendizado social ampliado que unido a outras propostas, amplia o repertório para o enfrentamento das situações de vulnerabilidade e risco social vivenciados pelas crianças e adolescentes. Portanto, o esporte é uma importante ferramenta para a Assistência Social”, confirmou o assessor.

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