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Depois de sofrer racismo, menina é convidada a voltar a hotel de luxo


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Infelizmente, por mais que muitos fechem os olhos para essas situações, o racismo ainda continua existindo, causando uma dor terrível para diversas pessoas. A garotinha Ava que nasceu em Malawi, de 4 anos, filha da empresária e educadora Maria Klein e do educador Arthur Machado, foi uma dessas vítimas, como explica a Revista Crescer.

A menina recebeu diversas ofensas enquanto estava se divertindo na piscina do Hotel Fasano Boa Vista ao lado da babá, também negra. As crianças e até mesmo adultos ao seu lado a evitaram e bateram nela com espaguetes de piscina. Frases como ”esse tipo de gente tem micose” também foram ouvidas durante o momento que era para ser de pura diversão. Rapidamente, a babá a retirou do local e mais tarde contou à mãe sobre o ocorrido.

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Rapidamente, ela usou as redes sociais para chamar atenção para o caso. E não é que deu certo? Ela conseguiu que Constantino Bittencourt, sócio-diretor do Grupo Fasano, entendesse a história. Assim, o valor de sua estadia foi doada para a Instituição Solar Meninos de Luz. Nas redes, Maria postou seu agradecimento: “por nos receber com tanto carinho e por permitir que o valor da nossa estadia fosse doada para a Instituição Solar Meninos de Luz, dessa forma juntos, unidos na luta contra o racismo, podemos expandir nosso amor para outras crianças”.

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Para você ter uma ideia, a diária de um fim de semana no hotel que fica em Porto Feliz, no km 102 da Rodovia Castello Branco, em São Paulo, ultrapassa os dois mil reais. Maria revelou que logo depois do acontecimento acionou seu advogado a fim de procurar os representantes do hotel para reconhecer os autores das ofensas. Rapidamente, Constantino se colocou absolutamente contra qualquer tipo de descriminação e convidou a família para o hotel novamente, com todas as despesas pagas. Maria só aceitou o convite com uma condição: pagar a diária, mas não ao hotel, e sim como uma doação a uma instituição indicada pelo sócio-diretor. Ela já chegou a fazer um boletim de ocorrência e o caso já está sendo investigado.

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Agora, felizmente, a menina pode se divertir como nunca antes no hotel novamente, sem sofrer mais nenhum racismo. Ao lado de suas novas amigas, a mãe postou uma foto da filha com elas, em um momento descontraído.

“Você é perfeita! Linda! Achei minha filha! Quero a Ava para mim! Princesa!” E assim foi um dia inesquecível para nossa pequena. Na mesma piscina em que ela foi classificada como um tipo de gente que não pertencia àquele lugar, as novas amigas acolheram ela com tanto amor que a lembrança agora será de sorrisos em vez de lágrimas! Obrigada suas lindas! Me fazem acreditar que a geração que esta se formando é muito mais evoluída.. e que o amor vença todas as batalhas!”, é o que diz a legenda da foto.

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O que você acha? Esperamos que cada vez mais esse tipo de preconceito seja cada vez mais enfrentado para quem sabe um dia acharmos o fim disso, concorda?!

Fotos: Reprodução/Instagram.

Fonte: Revista Crescer.

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