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Startup promove reencontros especiais de moradores em situação de rua com familiares

Olha que ótimo ideia para importar para o Brasil!


Startup
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Uma ideia simples, mas que está mudando a vida de moradores em situação de rua nos Estados Unidos. Kevin Adler criou uma startup que grava vídeos e usa o poder das redes sociais para ajudar os sem-teto a encontrarem familiares que não veem há bastante tempo.

A Miracle Messages (“Mensagens Milagrosas”, em tradução livre) atua de maneira voluntária. Ela grava os vídeos com os desabrigados mandando mensagens emocionadas para seus familiares. Os voluntários postam os vídeos nas redes sociais e ajudam a localizar a família, com base em curtidas, comentários e compartilhamentos.

Segundo a organização, já foram gravados cerca de 30 vídeos – 15 deles promoveram o reencontro das famílias e 40% dos sem-teto foram retirados das ruas. É o caso de Perry (vídeo abaixo), que estava morando nas ruas de Burlington, em Vermont.

O projeto começou em 2014, depois que o tio de Mark faleceu – um homem amoroso que morou nas ruas por 30 anos, devido aos sintomas de sua esquizofrenia. Kevin pegou algumas bebidas quentes e pasteis e foi às ruas perguntar aos desabrigados de São Francisco se gostariam de enviar mensagens para suas famílias.

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A ideia atraiu uma equipe de voluntários, que se juntaram a Kevin nessa missão nobre. “Eu escolhi ser voluntário do Miracle Messages para humanizar os sem-teto, porque quando minha família morou nas ruas por dez anos, desejávamos que alguém pudesse ajudar a gente”, conta o voluntário Michael Haulden ao GoodNews Network.

Kevin e os voluntários perceberam que nem todos os moradores querem se reconectar com suas famílias. No entanto, eles também descobriram que 90% do trabalho da startup teve resultados positivos.

Adler lembra que a maioria dos sem-teto não tem acesso a serviços básicos (saúde e educação), perdeu o contato com a família e tem vergonha da situação em que se encontra. A organização trabalha para retirar pelo menos 1% da população de desabrigados no país nos próximos quatro anos.

Todas as imagens: Reprodução/Facebook

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