Gerdau capacita jovens para o mercado de trabalho em Recife


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Com o objetivo de contribuir com a inclusão social de jovens e desenvolvê-los para o mercado de trabalho, a Gerdau, em parceria com o Instituto Solidare e a Fundação Projeto Pescar, desenvolve em Recife o Projeto Pescar, por meio do qual é oferecido curso de iniciação profissional em Mecânica Industrial para jovens com idade entre 18 e 19 anos em condições de vulnerabilidade social.  Com a iniciativa, a empresa contribui com a inserção profissional dos participantes. Desde o início do projeto em Recife, a Gerdau já beneficiou 80 jovens.

Entre os meses de abril e junho, são disponibilizadas 20 vagas anualmente. A seleção é realizada por meio do Instituto Solidare, o qual busca os candidatos nas comunidades da região e, também, por interesse proativo dos jovens, que devem se dirigir diretamente à sede da ONG, localizada no bairro Coqueiral, em Recife, onde preenchem uma ficha de inscrição e realizam uma entrevista. Após as inscrições o Instituto seleciona os candidatos pelo retrato socioeconômico. Durante o curso, além das capacitações técnicas, são tratadas questões como cidadania. As aulas são ministradas de forma teórica e prática, executadas por profissionais voluntários da Gerdau e de outras empresas da região.

“Acreditamos que o fortalecimento da sociedade é algo imprescindível para o desenvolvimento sustentável das regiões onde atuamos. O apoio ao Projeto Pescar é mais uma iniciativa da Gerdau que contribui para a transformação da vida de jovens,  tornando-os aptos a ingressar no mercado de trabalho e desenvolver uma profissão que os estimule a olhar para o futuro”, destaca Eli André de Barros Filho, gestor da usina da Gerdau em Recife.

Após a conclusão do Projeto Pescar, conforme o desempenho dos participantes, a Gerdaupode convidá-los a participar do processo seletivo de seu programa Jovem Aprendiz. Atualmente, a planta de Recife conta com quatro colaboradores que ingressaram na empresa dessa forma.

“O Pescar tem sido uma porta que se abre a jovens, não apenas para o mundo formal do trabalho, mas, além disso, para que se percebam como protagonistas de sua própria trajetória. Mais do que vislumbrarem uma profissão digna, experimentam uma dignidade que tantas vezes a vida lhes negou”, comenta José Marcos da Silva, presidente do Instituto Solidare.

Fotos: Divulgação

 



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