Por que o bullying afeta não só as crianças, mas toda a família

“O bullying afeta toda a família, e não apenas as vítimas.”


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O Razões sempre busca contar histórias que fazem a gente acreditar num mundo melhor. Histórias que inspiram solidariedade, empatia, compaixão, amor… Mas, às vezes, precisamos falar de histórias que jogam contra esse mundo com o qual todos sonhamos. Precisamos falar sobre bullying e cyberbullying.

A página do Facebook Love is Matters compartilhou o desabafo de um pai que ficou desolado depois que  filha tentou se suicidar por causa do bullying que sofria dos colegas da escola. Ele pediu aos pais das outras crianças para conversarem com seus filhos e lhes dissessem para parar.

“Eu mesmo me aproximei das próprias crianças, mas fui ameaçado pelos pais com assédio.”

A filha era enviada para casa diversas vezes, ao invés da direção da escola resolver o problema, com medidas socioeducativas, por exemplo, e que incluíssem seus pais. “Você deve ensinar sua filha a ser resistente contra os agressores”, era tudo o que o pai da menina ouvia da escola.

A gota d’água foi quando os outros alunos fizeram um vídeo da menina sentada na sua mesa com as pernas entreabertas, e uma legenda sobre o “cheiro”. “Foi postado no Snapchat. Passei 90 minutos com a polícia enquanto tentavam determinar se era fotografia pornográfica e distribuição de material pornográfico. Sim, um filho de 12 anos pode ser processado se o conteúdo violar determinados critérios.”

A menina foi submetida ao ridículo durante uma semana. A garota que publicou o vídeo perdeu seu tempo de intervalo na escola. Já aluno que fez o vídeo não sofreu nenhuma sanção, pois os policiais não souberam dizer quem era.

Na semana passada, a família passou mais de 5 horas conversando com psiquiatras, médicos e enfermeiras “porque nossa garota tinha um plano para se suicidar”. O pai foi à Justiça e pediu uma medida de proteção para manter um dos “valentões” longe da sua filha.

“Por favor, nessa idade terrível das mídias sociais (ou anti social media como a gente diz), verifique as mensagens dos seus filhos. Seus dispositivos são um privilégio, nada mais, nada menos, então tenha a certeza de que eles estão sendo educados e respeitosos em suas mensagens.”

Confira o post na íntegra:

Foto: Leigh Davey


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