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Professor de Brasília está ensinando meninos a respeitar as alunas através do esporte

“Eu aprendi que menino não é melhor que menina e nem menina melhor que menino”, resume uma das crianças.


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Publicação originalmente feita no site AzMina.

Paulo Henrique Carmona é professor de Educação Física na Escola Classe 108, em Samambaia, no Distrito Federal. Mais do que apenas ensinar seus alunos a prática de diferentes esportes, ele aproveita para falar sobre questões de gênero.

Em uma das aulas, ele pergunta: “Jogar basquete é uma coisa de menino? Ou de menina? Ou de menino e de menina?” Uma das crianças do 2º ano responde: “É de menino”. Outra discorda: “Claro que não, minha prima joga”. E assim começa a discussão sobre gênero usando o esporte como pano de fundo.

Numa outra atividade, as crianças precisavam adivinhar o nome de algumas profissões a partir de pistas dadas pelo professor. Elas tinham que desenhar e dar um nome para a profissão. O objetivo era visualizar a predominância masculina ou feminina nas profissões (policial, astronauta, professor, advogado).

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“Eles trazem todo um repertório de casa, trabalhamos em cima dessas questões”, comenta a professora Vanessa Terumi, que acompanha as turmas no dia a dia.

No final, os alunos tinham que explicar por que classificaram as atividades como de menino ou menina ou de ambos. Surgia então a grande questão: “Mas você não acha que os meninos podem ser melhores no basquete simplesmente porque treinam mais que as meninas?”. Foi o suficiente para as crianças quererem contar suas experiências.

“Eu aprendi que menino não é melhor que menina e nem menina melhor que menino”, resume Maria Louysa de Sousa Gomes, de 8 anos.

[Nota da Redação]

Assistam nosso vídeo hilário da nossa visita a um asilo em SP onde os idosos se divertiram com a realidade virtual:

Leia a reportagem completa da Revista AzMina aqui. / Foto: Rogério B. Guerreiro/Arquivo Pessoal

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