NASA divulga as 33 fotos mais surreais de auroras boreais pelo mundo


auroras boreais
Foto por Jonathan
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Existe um fenômeno natural que cobre o céu com cortinas de luzes verdes, azuis, rosas, roxas e até vermelhas. Resultando em um encantamento imediato, a aurora boreal se tornou até mesmo atração turística, presente em pacotes de viagens temáticas e permeando os sonhos de muita gente que quer ver isso de perto. De olho nas maravilhas celestes, a NASA divulgou as 33 fotos mais surreais de auroras boreais pelo mundo.

As imagens são clicadas por astronautas em órbita, cientistas em solo e colaboradores que capturam a alvorada do Norte da Terra. Países nórdicos como Suécia, Islândia e Finlândia são a casa do fenômeno que reúne partículas energizadas vindas do sol, atraídas pelo campo magnético terrestre dos polos Norte e Sul entre os meses de setembro e março.

Foto por Fredrick Broms

Claro que, para vê-las, é preciso condições climáticas favoráveis, distância da iluminação artificial e pouca poluição atmosférica. Por isso, fotógrafos e viajantes recorrem a lugares mais afastados para alcançar a aurora. A cidade de Tromsø, na Noruega, e Jokulsarlon, na Islândia, são alguns dos locais onde há chance de visualizar este fenômeno. A ponte Paatsjoki, na vila de Nellim, entre a Finlândia e a fronteira com a Rússia, têm 90% de chances de observação.

Foto por Jonathan

Quando acontece no Sul, é chamada de Aurora Austral, e ocorre em lugares como Ushuaia, na Argentina, cidade conhecida como a “mais austral do mundo”. Durante o inverno, este é o único lugar na América Latina onde é possível enxergar as luzes rosas e roxas no céu, favorecidas pelas 17 horas de escuridão deste período do ano.

O fotógrafo Yuri Kiddo vive na Nova Zelândia e tem o privilégio de ver as estrelas todos os dias, além de capturar a aurora austral durante o outono. Ele contou pra gente que para conseguir boas fotos noturnas é preciso de um elemento chave: paciência. Mas, com um visual desses, todos os esforços parecem valer a pena.

Foto por Joshua Strang/USAF
Foto por Jónína Óskarsdóttir

Foto por Johnny Henriksen

Fotos: reprodução/Nasa



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