Gerente de loja ajuda a criar uma fantasia de Halloween para menino em cadeira de rodas e ainda paga por ela!


Halloween
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banner reservaO Halloween é um momento aguardado por todas as crianças – até para as crianças que possuem necessidades especiais e que possam enfrentar algumas dificuldades para se fantasiarem.

Mas o Halloween desse garoto foi especialmente incrível depois que uma gerente da Home Depot, uma rede de material de construção, ajudou ele e sua mãe a construírem um traje personalizado para sua cadeira de rodas. Como se não bastasse, ela ainda insistiu em pagar tudo com o seu próprio dinheiro.

Em uma publicação do “Love What Matters Facebook”, Aimee Boyle Mcilroy agradeceu a Valerie, a gerente da loja, pela compaixão que mostrou ao filho.

Aimee e Jack, seu filho, vivem na cidade de Wake Forest, na Carolina do Norte, nos Estados Unidos. Ele possui necessidades especiais e usa uma cadeira de rodas.

Os dois entraram no Home Depot com o objetivo de pegar uma caixa de refrigerador para usá-la para construir um carro da polícia em torno da cadeira de rodas de seu filho. Valerie, a gerente, os ajudou. Quando a mãe explicou o que ela pretendia fazer, a gerente não hesitou em começar a cortar a caixa para ela.

“já soube que Valerie era incrível quando ela se ofereceu para cortar a caixa para mim”, diz Aimee.

Valerie também examinou a loja, escolhendo materiais e itens que ela achava que ajudariam na construção da fantasia. E ela ainda pagou tudo!

Mas não acaba aí. A Home Depot promove oficinas de artesanato para crianças aos sábados, na própria loja. Mas, devido às limitações de crianças como o filho de Aimee, Valerie fez uma proposta: fazer a oficina para as outras crianças com necessidades especiais na escola de Jack, em vez de realizar na loja.

“Existem duas salas de aula para crianças especiais em sua escola e estão trazendo kits suficientes para ambas as classes”, diz Aimee.

“Eles vão fazer os kits e depois ter uma pequena oficina na sala de aula de Jack. Desta forma, nossos filhos pequenos especiais podem participar!”, concluiu.

Valerie desejava conseguir mais crianças com necessidades especiais para realizar as oficinas, e depois de conversar com Aimee, decidiu levar a oficina para a escola.

Via

Fotos: Aimee Boyle Mcilroy

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