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Ex-catador de latas fatura R$ 50 milhões por ano com desmanche legal


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Geraldo Rufino, morador da favela do Sapé, na zona oeste de São Paulo, perdeu a mãe aos 7 anos, quando abandonou a escola na 2ª série.

Aos 11, ia diariamente com o irmão José a um aterro recolher latas para vender no ferro-velho. Aos 13, retomou os estudos por exigência da gerente do antigo parque de diversões Playcenter, que o contratou como office boy.

Aos 15, comprou o primeiro carro, um Fusca, o qual trocou por uma Kombi, para que o irmão prestasse serviço para uma transportadora. Dez anos depois, já tinha dois caminhões que usava para transportar adubo.

Em 1985, o que poderia ser o fim do pequeno negócio virou oportunidade. Os caminhões se envolveram em acidentes e ficaram sem condições de uso. Sem seguro, a saída foi desmontá-los e revender as peças para não ficar no prejuízo. Com a venda rápida, ele notou ali um mercado e criou então a JR Diesel.

Hoje, aos 55 anos, sua empresa, um desmanche de caminhões legalizado, faturou R$ 50 milhões e desmontou cerca de 900 veículos em 2013.

No começo, todo o trabalho era feito manualmente. Hoje, eles ocupam um espaço de 15 mil metros quadrados em Osasco, na Grande São Paulo.

Os caminhões são comprados em leilões de seguradoras e transportadoras. “Não compramos de pessoa física porque é muito difícil comprovar a origem do caminhão e das peças”, afirma Rufino.

Confira abaixo entrevista do Ruffino e entenda porque ele desperta tanta admiração:

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