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Como pequenos empréstimos estão ajudando empreendedores da periferia

Maria da Consolação Pimentel lidera uma confecção de roupas no Capão Redondo, gerando emprego e renda para a comunidade.


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A empreendedora Maria da Consolação Pimentel, 46 anos, é moradora do Capão Redondo, periferia de São Paulo. Há 20 anos, ela lidera uma confecção de roupas no bairro, gerando emprego e renda para a comunidade.

Começar um negócio é um grande desafio. Expandir o negócio, então, é mais difícil ainda. Se a grana está curta, o jeito é pedir um empréstimo, mas as taxas de juros nem sempre são as melhores.

Depois que a confecção engatou, as demandas aumentaram. Ela precisava de um empréstimo para ampliar o espaço físico e aumentar a produção. “No entanto, o que inicialmente parecia ser a solução se tornou um problema”, conta Maria. “Além do ambiente pouco acolhedor, o processo de empréstimo era extremamente burocrático. E as taxas de juros, altas demais.”

Maria estava empolgada, disposta a fazer a coisa acontecer, como gostamos de dizer. No entanto, a realidade não era o que ela esperava, pelo contrário – as contas não fechavam.

As coisas só foram mudar quando ela conheceu a Firgun: uma plataforma de investimentos coletivos em empreendedores de baixa renda. Em setembro de 2017, a empreendedora, finalmente, conseguiu o microcrédito que precisava: cerca de 4 mil reais.

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Maria da Consolação Pimentel lidera uma confecção de roupas no Capão Redondo, periferia de São Paulo

O valor foi emprestado por 30 investidores que acreditaram em seu projeto, quitado em dez parcelas. Com a quantia em mãos, Maria finalmente colocou em prática o sonho de ampliar seu ambiente de trabalho.

Após a reforma, a confecção ganhou 100m2 de área, possibilitando a instalação de uma nova estação de corte, com capacidade para dobrar a produção da empresa. Nesse mesmo período, Maria decidiu incluir um novo item em seu portfólio: a produção de bonés. E, com mais espaço, ela começou a dar aulas de corte e costura para complementar sua renda.

“Isso é um caminho para combater a desigualdade social no Brasil. A Firgun é um movimento de distribuição de renda feito de forma sustentável. Uma rede de investimentos em microempreendedores capacitados”, afirma Lemuel Simis, co-fundador da startup.

O resultado: sucesso. Com mais espaço, os negócios alçaram voos maiores. Tanto que os investidores foram reembolsados muito antes do previsto. Maria quitou o empréstimo com três meses de antecedência.

Foto © Firgun/Reprodução


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