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Estrela debate a importância do brincar na infância e lança aplicativo para pais


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O caminhar para um mundo de sonhos se mostrou mais do que uma vontade de deixar a imaginação fluir. Dentro do universo da brinquedos Estrela, existe uma imensidão de possibilidades para a criança interagir, se divertir e brincar dentro de seu próprio universo, se desenvolvendo para o futuro. Em evento sobre a importância do brincar, a marca reuniu três importantes influências para debater com diversos convidados sobre o assunto. Quem abriu o evento foi o diretor de marketing da empresa, Aires José Fernandes. Ele destacou, logo no começo, o túnel do tempo pelo qual a maioria dos convidados se viu quando entrou na empresa. Afinal, o mundo de brinquedos que aparecem logo em frente deixa aquele sentimento de nostalgia já de cara.

“Uma empresa que tem orgulho de ser 100% nacional, que já ultrapassou os 80 anos de idade, mas que se mantém viva pelo poder de renovação que ela tem todos os anos. A gente lança entre 120 e 150 novos produtos todos os anos. A Estrela nesses 80 anos tem orgulho muito grande de ter uma responsabilidade de interação com o meio ambiente, tratando a criança de uma forma muito respeitosa”, revela Aires. Além disso, a Estrela é uma das empresas precursoras do código de defesa do consumidor e é a única com um laboratório referendado pelo Inmetro onde 100% da linha passa por cerca de 98 testes químicos e físicos atestando qualidade e segurança, segundo o diretor.

criança

Assim, para falar mais sobre o assunto a gerente de produtos da linha baby, Natália, dá início ao bate-papo e introduz as profissionais para iniciar o debate. A Dra. Fernanda Monteiro, terapeuta ocupacional, especialista em desenvolvimento neuropsicomotor na primeira infância e autora do livro: Super Gênios, que aborda 5 pilares para estimulação infantil, fala sobre a importância da mãe e do pai brincarem com a criança. “Qual foi a última vez que a gente brincou com o nosso filho? Mas brincar, brincar de verdade, de tá ali de corpo e alma, de olhar, de participar, de interagir, de ouvir o nosso filho. Qual foi a última vez que a gente propôs uma brincadeira ou que a gente aceitou uma proposta de brincadeira do nosso filho? O que a gente utiliza para brincar?” Parecem perguntas bobas, mas a realidade é que o brincar é a forma da criança se expressar no mundo e é a partir disso que os pais conseguem acompanhar o desenvolvimento da criança, sua maturidade. Assim, ao brincar com a criança, é possível perceber sua evolução e sua maneira própria de brincar e em como a brincadeira vai mudando conforme ela vai crescendo. Ou seja, é aí que podemos observar o desenvolvimento psicomotor dos filhos.

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Segundo a Dra, “É pelo brincar que a criança registra tudo que acontece, porque dos zero aos dois anos, ele é muito mais sensório-motor, ou seja, a criança, o bebê, precisa brincar pegando, jogando. Aquela fase que o bebê joga, a gente junta, joga, junta, joga, junta faz parte do desenvolvimento, ele tá aprendendo como o mundo funciona, ele consegue se posicionar”. Assim, fica claro que a primeira brincadeira acontece com a mãe e com o pai, pegando no rosto, tentando se desenvolver. Ele vem agindo sobre o mundo e vem aceitando a ação do mundo sobre ele, como explica a psicopedagoga. “E é pelo brincar, é onde ele fantasia, é onde ele se diverte e é por isso que ele aprende, porque ele tá se divertindo. Então, o brincar é a essência do desenvolvimento infantil, é onde as conexões cerebrais acontecem, é pelo brincar, é a linguagem que o bebê entende e por isso faz tanta diferença quando a gente brinca com os pequenos, é pelo brincar que o bebê transforma, que o bebê aprende”, relata.

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Como podemos perceber, logo nos primeiros anos de vida dos pequenos, vemos a forma que eles começam a estabelecer suas relações e a desenvolver sua comunicação com o mundo, brincando. Por isso, segundo a Dra. Maria Fernanda Oberling, fonoaudióloga especialista em linguagem e psicopedagoga, sócia–Proprietária da Clínica Alcance e desenvolvedora de jogos educativos, é tão importante se atentar a fala, a voz, porque é por aí que os primeiros sinais serão emitidos. “Por exemplo, a gente sabe que a criança aprende a falar muito por imitação, por repetição, então a entonação da voz que a gente utiliza desde cedo, a criança vai entendendo pela nossa entonação se a gente está feliz pelo contexto do discurso”, conta ela.

Além disso, ela destaca também a importância dos jogos onde existem regras que é o momento que a criança aprende a lidar com frustrações, já que existe chance de ganhar ou perder. Hoje em dia, segundo a Dra Maria Fernanda, a maioria delas está com uma dificuldade muito grande de lidar com frustrações. “Algumas não aprenderam a se frustrar e aí crescem adultos com dificuldade também de se frustrar, adultos que no mercado de trabalho são altamente competitivos e não sabem se relacionar, não sabem se comunicar no ambiente de trabalho. Então usem a voz da melhor maneira possível, estimulem variações de tons, deixem claro para eles a intenção do discurso de vocês, falem de maneira clara, evitem os diminutivos”, conta.

criança e a vozcriança e a voz

Para a Dra. Camila Mercatelli, fonoaudióloga clínica, fonoaudióloga do departamento de jornalismo da Espn Brasil e que no SBT é a fonoaudióloga responsável pela preparação vocal do elenco adulto e mirim do departamento de teledramaturgia da emissora, “Tudo dá para estimular, todos os tipos de brinquedo. Claro que ele sempre precisa de um interlocutor, não é só a ação, é a comunicação de fala muito clara, objetiva, sem impor, sem correria pra fazer as coisas com as crianças para que elas compreendam tudo isso no tempo delas e consigam brincar.” Assim, é bastante necessário que os pais estejam por perto para ensiná-las sobre o brinquedo, estimulá-las a partir daquilo e ficarem ao lado delas para ajudá-las durante todo o processo do brincar. É importante deixá-la explorar o brinquedo primeiro e com calma ir introduzindo como aquilo, de fato, funciona, tudo no seu devido tempo. “Não adianta mostrar como se faz e aí sair de cena”, revela.

Com isso, percebemos que o brinquedo é essencial para que a criança coloque em prática toda sua imaginação, é assim que é possível trazer um conteúdo da linguagem, de todo o processo de desenvolvimento, de todas as habilidades e competências que essa criança ta desenvolvendo, segundo afirma a Dra. Fernanda. “Dependendo do brinquedo, a gente consegue já iniciar o desenvolvimento de habilidades que ela vai precisar lá na alfabetização, essa motricidade fina, essa noção espacial, lateralidade, noção corporal, ela é iniciada desde pequenininho, desde bebezinho. As conexões que estão acontecendo principalmente nessa fase, dos zero aos três anos, que é mágica e maravilhosa, a gente precisa introduzir e ai a Estrela Baby entra com muito aval de desenvolvimento, de como você pode brincar, porque a criança precisa colocar na boca, ela precisa jogar, ela precisa sentar”, revela.

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Segundo a Dra. Maria Fernanda, é de fato essencial ter um tempo para brincar com o nosso filho, nem que sejam apenas 30 minutos por dia, para que a criança se sinta estimulada e possa ter o tempo com os pais. É possível, inclusive, brincar com ela durante a refeição, durante o banho, etc. Mas o ponto importante que uma das participantes toca é em relação a escola e em como existe essa competição. Enquanto algumas escolas focam no brincar, desestimulando a alfabetização precoce, outras exigem que elas comecem a ler e escrever (até mesmo letra cursiva) já com quatro ou cinco anos de idade. Existe também muita competição entre os pais, de forma que os filhos de alguns já estão lendo enquanto que o de outros não. Tudo isso, como já sabemos, acaba gerando uma tremenda ansiedade e medo nos pais. A Dra. Fernanda, inclusive, relata algo que já chegou a ouvir em seu consultório: “A ansiedade dos pais de dizer assim ‘tirei meu filho de uma escola, porque você imagina, meu filho tem três anos e só querem brincar com ele na escola. Eu tirei, a escola não presta. Eu to pagando pra ele brincar?’’

Para a Dra. Fernanda, fica bastante claro que a falta do brincar é algo que as pessoas tendem a evitar falar e o foco basicamente é no desenvolvimento dela com notas boas na escola, no vestibular, etc., sem perceber que a brincadeira é que irá levar a isso. Afinal, o fato é que cada criança tem o seu próprio tempo, cada uma irá se desenvolver em um tempo diferente, o que não quer dizer que há algum problema com ela. “A gente percebe imediatamente a consequência da falta do brincar, porque aos 3 anos a criança vai para o consultório que é o que a gente recebe, que já não sabe brincar, não consegue, não sabe as cores, etc. As pessoas ainda não têm a consciência do que o brincar realmente traz, que o processo de aprendizagem é muito maior pelo brincar do que sentado fazendo exercício”, conta. É por meio da brincadeira que a criança desenvolve as habilidades motora, cognitiva, de linguagem e sócio-emocional. Essas que serão mais do que essenciais para o futuro.

criança é para brincarcriança e brincar

Assim, reconhecemos que existe uma ansiedade grande por meio dos pais, que estão sempre planejando o futuro, mas se esquecendo do presente. Segundo a Dra. Fernanda, o jeito mais correto de tentar acalmar os pensamentos é: “Perguntar para o seu filho o que ele quer brincar. Como a gente vai brincar? Qual vai ser a regra dessa brincadeira? Você pode propor também pra essa criança entra no seu mundo, mas deixa ela colocar também a ideia. Essa ansiedade precisa diminuir um pouco quando a gente pensa que o brincar é um ótimo estimulador”.

Além disso, outro fator extremamente importante que afeta e muito tanto as crianças como os pais é o uso da tecnologia, que claramente mostra um pouco dessa ansiedade também. Afinal, as crianças, estimuladas pelos celulares com vídeos do youtube, etc., interagem com os desenhos, assistindo-os, mas nem sempre até o fim. Com um piscar de olhos, elas simplesmente clicam em outro desenho após ficarem entediadas com o conteúdo. Mas como isso afeta na escola? Lá, elas não poderão adiantar a fala da professora, entre outros fatores.

Dessa forma, a Dra. Fernanda dá a dica: “Quando ela brinca no celular, ela muda de jogo. É um dedinho. Faço todo esse trabalho de aumentar o limiar de atenção na clínica. Então eu cronometro quanto tempo ela ficou nos joguinhos . Ai brincando você vê quantos brinquedos precisava na primeira sessão, porque ele perdia o interesse. Ai você vai ampliando e aí você trabalha com isso, com orientação com os pais em casa também. Porque o celular é isso, to assistindo um vídeo, ta gostoso, ta interessante, mas eu não quero mais, porque eu quero outra coisa e outra coisa”, revela. Assim, o ideal é mostrar outras possibilidades dentro do mesmo brinquedo para a criança ser estimulada diversas vezes de formas diferentes, explorando outras maneiras dentro dele.

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Livro ‘Super Gênios’, da terapeuta ocupacional, Dra. Fernanda Monteiro

Dessa forma, o importante é os pais tomarem consciência da importância e a diferença que esse brincar fará na vida da criança, esquecendo os smartphones enquanto estiver ao lado dela e percebê-la ali, mostrando como trabalhar diversas questões por meio dessa brincadeira.

Assim, uma forma bastante inteligente de manter um certo acompanhamento desse desenvolvimento é utilizando o novo aplicativo da Estrela Baby, que traz inúmeros benefícios. Nele você pode registrar as vacinas do seu bebê, criar diferentes perfis para seus filhos e acompanhar seu crescimento. Além disso, é uma ótima forma de guardar documentos, histórico de medicamentos, tirar fotos, personalizá-las e, claro, obter conteúdo personalizado para cada criança sobre brinquedos da Estrela e diversas informações e modos de brincar.

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Ah, e antes que eu esqueça, que tal aproveitar o dia das crianças e o Natal e já adquirir um cupom especial nas lojas Estrela? Utilizando o cupom estrelababy você ganha 20% de desconto nas compras da linha. E aí? Vai deixar essa passar? E lembre-se: nunca deixe de brincar com os seus filhos!

Fotos: Beatriz Ponzio, Reprodução.

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