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Aluna de escola pública desenvolve monitor cardíaco para evitar acidentes com sonâmbulos


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Visando o futuro na área médica, uma aluna de escola pública de São Paulo desenvolveu um monitor cardíaco para sonâmbulos evitarem acidentes no meio da noite. A ideia de Nathália Souza de Oliveira, de 17 anos, foi parte de uma iniciação científica da Escola Estadual Alexandre Von Humboldt.

Interessada pela neurologia, a estudante sempre mirou na medicina como profissão. Durante a Feira de Ciências, viu uma oportunidade de experimentar um pouquinho do que poderia fazer para ajudar ao próximo. Em suas pesquisas, notou que o distúrbio benigno do sono não é tratado como doença, mas pode ser prejudicial devido aos incidentes noturnos.

Contando com o auxílio dos professores, ela pode perceber que os sonâmbulos possuem a mesma frequência cardíaca de uma pessoa acordada em atividade. Enquanto dormimos, os números ficam entre 40 e 70 batimentos por minuto. Ao despertar, podem chegar a 110. Com o monitoramento, é possível identificar os movimentos que a pessoa está fazendo.

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O dispositivo, que é como uma pulseira ou relógio, vem com um sensor cardíaco acoplado em uma placa de Arduíno, usada para programar comandos, e uma placa de Bluetooth para enviar sinais a um app para computador ou smartphone. Quando a pessoa com o distúrbio se levanta, o monitor envia um sinal para a família, alertando que está acordada.

O trabalho feito ao longo de um ano ainda não foi testado em sonâmbulos, apenas na equipe. Agora eles buscam parceiros para aprimorar o protótipo, que já está em avanços, com um circuito próprio numa placa de cobre em desenvolvimento, além de um aplicativo.

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Vale na sua vida

E quem diria que o cobre pode ajudar o dia a dia de pessoas com sonambulismo. Pouca gente se dá conta, mas o minério, que é o terceiro mais utilizado no mundo, é um grande aliado da tecnologia. Produzido pela Vale, ele está presente na geração e na transmissão de energia, em fiações e em praticamente todos os equipamentos eletrônicos.


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