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Alunos desenvolvem luva que traduz língua dos sinais


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Dois alunos da Universidade de Washington criaramum luva capaz de traduzir os gestos da língua dos sinais.

Chamada SignAloud, a luva capta os movimentos ASL (o equivalente às LIBRAS aqui no Brasil) com sensores que medem tudo, desde as coordenadas XYZ à maneira como os dedos flexionam ou dobram individualmente.

Os dados captados pelo sensor são enviados via Bluetooth para um computador com os algoritmos de codificação que categorizam os gestos, em seguida traduzido-os para o Inglês de forma audível.

A invenção já ganhou importantes prêmios, como o Lemelson-MIT. Agora, eles estão refinando seu gadget, pois segundo o co-criador Navid Azodi ainda está muito em uma fase de protótipo.

“Nós sabemos que não estamos nem perto ainda de captar toda a imensidão do universo das línguas de sinais. [ASL] é mais do que apenas palavras e frases, e nós sabemos disso. Eles têm estruturas gramaticais complexas. O que, eventualmente, desejamos é captar o máximo e melhor possível”, diz Azodi.

Os dois criadores, Azodi e Thomas Pryor, planejam construir a SignAloud em seus dormitórios e na CoMotion Makerspace da universidade. Depois de uma primeira versão construída em papelão e corda, eles montaram o protótipo de trabalho atual com algumas centenas de dólares.

“Muitos dos dispositivos de tradução de língua de sinais existentes não são práticos para o uso diário. Alguns usam vídeos, enquanto outros têm sensores que cobrem o braço ou o corpo inteiro do usuário”, afirma Pryor em um comunicado de imprensa.

Ambos são motivados pela possibilidade da SignAloud ser um dispositivo de inclusão e uma ferramenta de capacitação. “A comunicação é um direito humano fundamental”, diz Azodi, cuja experiência pessoal contribuiu. “Quando eu era jovem, eu não falei por sete anos da minha vida. Eu tinha sete anos quando finalmente comecei a falar. Eu tive essa barreira de comunicação por uma boa parte da minha vida.”

Antes de construir a próxima versão do SignAloud, Azodi e Pryor vão considerar as críticas que receberam na primeira experiência. Azodi lamenta que o dispositivo foi retratado incialmente de forma errônea como uma ferramenta que iria falar.

“[SignAloud] não é algo que vai falar para eles. Eles têm uma voz e eles falam. Honestamente, eles falam muito mais fluido em formas dinâmicas e bonitas usando seus corpos”, diz Azodi. “Esta é mais uma ferramenta para quebrar essas barreiras entre a linguagem física da ASL e Inglês ou Espanhol.”

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Azodi está determinado a fazer o dever de casa para aprender a profunda sintaxe da ASL, e diz que provavelmente vai recrutar um especialista para ajudá-los. Azodi e Pryor sabiam que usar um gadget para traduzir ASL seria um desafio.

Graças à cobertura da mídia, a dupla está recebendo uma grande variedade de ofertas de investimento. Mas eles não est˜ão com pressa em definir algumas coisas, pois eles ainda precisam se formar e se preocupar com seus exames antes de se dedicar 100% ao projeto.

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Fonte: Fast Company

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