Arquiteto cria uma ‘academia de treino’ imersiva para filha autista desenvolver os sentidos


filha autista

banner reservaAs crianças têm dentro de si um poder de imaginação imenso, que muitas vezes é transformado em brincadeira. Visando a interação e o aprendizado, um arquiteto criou um ambiente imersivo para filha autista desenvolver os sentidos.

O projeto tecnológico de Sean Ahlquist cria estruturas terapêuticas que expandem habilidades de pessoas como a Ara, de 7 anos.

O professor da Universidade de Michigan, no Estados Unidos, criou o Social Sensory Architectures, ambiente terapêutico de pesquisa ainda em andamento, para promover uma experiência háptica interessante e diversa. Através do protótipo sensoryPLAYSCAPE, um pavilhão onde estruturas criam uma espécie de tenda, as crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) têm contato com sons que são disparados, projeções 2D e podem tocar nas telas.

Assim se abre uma conexão visual, tátil e auditiva que as auxilia a aplicar a força apropriada a determinados movimentos, um dos desafios de pessoas com esta condição. Ahlquist estuda materiais táteis leves desde 2012, quando chegou em Michigan. Até hoje dá continuidade ao assunto porque notou a forma como pessoas interagem com estes suportes juntos a uma estrutura. Assim há um fascínio de desenvolver algo que una movimento, sentidos e funções sociais.

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Como Ara precisava de algo que estimulasse seus sentidos e desse, ao mesmo tempo, um feedback tátil forte para que ela entendesse suas intensidades, o ambiente imersivo traz essas respostas a medida em que brinca e exercita suas habilidades motoras. Por exemplo, para pintar o desenho que aparece na tela, as cores surgem de acordo com a força do toque das crianças. Um golpe delicado resulta no amarelo, enquanto um soco forte gera o vermelho.

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O software com sistema Kinect foi inventado com ajuda de cientistas da computação, músicos, terapeutas do autismo, psiquiatras e cinesiólogos, o que rendeu até um prêmio no concurso SXSW Place by Design. O sensoryPLAYSCAPE ainda está se aprimorando e visa também melhorar as relações sociais dos pequenos. Algumas respostas visuais produzidas só acontecem quando duas crianças sincronizam suas interações com as superfícies têxteis da sala terapêutica.
Uma tela 2D já está em funcionamento no centro frequentado por Ara, que serve como válvula de escape quando as crianças estão impacientes e estressadas com atividades cotidianas. Com o projeto multissensorial, há chances de ampliar o aprendizado, a realização de tarefas, a diversão e os sentidos dos autistas de forma dinâmica e envolvente.

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Fotos: reprodução

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