Netflix não vai aumentar valor da assinatura por conta de nova cobrança de ISS


Reed Hastings CEO Netflix
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Em Dezembro do ano passado a internet entrou em pânico ao descobrir que Temer sancionou um projeto de lei que aumenta a lista de serviços tributados pelo ISS (Imposto Sobre Serviços). O novo texto especifica a cobrança para outros serviços que vão desde reflorestamento até a criação de jogos de videogame — passando também pela aplicação de tatuagens e piercings. Porém, os serviços de streaming, como nossa querida Netflix e Spotify foram os que mais chamaram a atenção.

Foram 3 meses de desespero e medo da nova taxa, até que Reed Hastings (co-fundador e CEO da Netflix!) confirmou a não-cobrança num evento que ocorreu esta semana na sede da Netflix, na Califórnia, as informações foram publicadas pela Folha de São Paulo.

Resumindo, nossa queridinha gigante dos streamings irá pagar o ISS, mas não vai repassar o valor aos assinantes, mantendo o preço da assinatura atual. #GRATIDÃO

comemorando pela netflix

O chefão ainda deu aquela ironizada básica no nosso sistema tributário:

“Qual das taxas? Existem muitas taxas no Brasil.
Estamos no Brasil há cinco anos, e pagamos os tributos. Não haverá aumento na mensalidade.”

Recentemente, em um outro evento da empresa, que foi aqui no Brasil, Reed confirmou novamente que não haverá publicidade dentro da plataforma, mantendo nossa experiência de usuário sempre maravilhosa.

CALMA TÁ TUDO BEM AGORA.

Vem ver os lançamentos de séries que rola em Abril na Netflix:

Muito hip-hop e o mesmo número de episódios irão marcar nossa volta ao Bronx nessa segunda parte de The Get Down, AMO!

A Netflix ama uma comédia (e quem não ama?!) e em Abril estréia Girlboss. Uma It Girl que cria um império multi-milionário de moda a partir da venda de roupas no eBay. Olha o teaser:

Las Chicas Del Cable

Essa se passa em 1928, promete muita amizade e amor envolvido. São quatro mulheres que convivem no único lugar que representa progresso e modernidade para a época, uma operadora de telefonia em Madrid. Claro que tem o ônus: fome de sucesso, ciúme, inveja e traição também entram no mix de emoções:

Por último, mas não menos importante, Dear White People. Essa critica a tradição da “blackface” que começou no século XIX, nos EUA, quando atores brancos se pintavam de preto para representar personagens afro-americanos de forma pejorativa reforçando assim estereótipos racistas e, como se já não fosse horrível por si só, essa atitude impedia que pessoas negras participassem de peças teatrais. Veja:

Com informações de Adoro Cinema. / Foto: Divulgação


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