Inglaterra tem primeiro dia sem mortes por Covid em um ano e premiê incentiva população a se abraçar

O primeiro ministro da Grã-Bretanha, Boris Johnson, incentivou a volta dos abraços entre os britânicos após a Inglaterra não registrar nenhuma morte por Covid-19 no último domingo (9). Este foi o primeiro dia em dez meses que nenhuma pessoa morreu no país por conta do novo coronavírus.

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Segundo Johnson, ainda é preciso ter cuidado nas interações com outras pessoas. Apesar de incentivar os abraços, o premiê ressaltou a necessidade do bom senso entre os cidadãos britânicos para evitar um novo aumento de casos de Covid-19.

“Abracem seus familiares, mas só se considerarem que é possível e que os riscos são muito, muito baixos. Tenham bom senso.”

Com 56 milhões dos 66 milhões de habitantes do Reino Unido, a Inglaterra já experimenta a flexibilização de uma série de atividades. Shows, eventos ao ar livre e disputas esportivas com público estão liberadas no país com restrições.

Vacinação no Reino Unido e medidas restritivas controlaram o Covid-19

Pessoas em pub britânico durante pandemia do Covid-19
Pubs britânicos voltaram a funcionar com mesa ao ar livre em abril. Foto: reprodução/Twitter Greene King

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Cerca de 53% da população do Reino Unido – composta pela, Escócia, Inglaterra, Irlanda do Norte e País de Gales – já foi imunizada com, pelo menos, a primeira dose da vacina contra o novo coronavírus. Junto com medidas restritivas rígidas desde o final do ano passado, o país conseguiu controlar a disseminação do vírus.

Na próxima semana, será liberada reuniões de até seis pessoas dentro de casas. Já ao ar livre, como em parques e bosques, grupos de até 30 pessoas poderão se encontrar. Bares, pubs e restaurantes voltarão a abrir seus espaços internos.

As viagens para turismo no exterior também serão autorizadas a partir do dia 17 de maio. Uma lista de 12 países foi elaborada pelo governo britânico, na qual não haverá restrição de ir e vir para os cidadãos do Reino Unido.

A retomada da normalidade no país dá esperança para outras nações que vivem momentos mais críticos da pandemia. Com o avanço da vacina, a expectativa é que os abraços voltem a ser uma prática comum do nosso novo normal.

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