Após anos sem se ver, elas se reencontraram e descobriram o amor

Depois do reencontro, elas não conseguiam mais se ver longe uma da outra.


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Nunca é mesmo uma palavra que nunca deve ser dita, com o perdão do trocadilho. Principalmente em questões amorosas – o amor está nem aí para pensamentos precedidos pela palavra nunca, okay?

Renata e Vanessa reforçam essa tese. Amigas da época do colégio, com o tempo, elas tomaram rumos diferentes na vida até se reencontrarem dias antes do aniversário de uma amiga em comum. Intuitivamente, Renata e Vanessa sabiam que não seria um simples reencontro, mas o começo de uma história de amor que está em seus capítulos iniciais.

“Na mesma noite já começamos a conversar, e depois de exatos sete dias, aconteceu o primeiro beijo! Aquele que só concretizou todo nosso pensamento do primeiro reencontro. A partir daí, não paramos de nos querer, de nos desejar”, revela Vanessa. Àquela altura, elas já eram mães de dois meninos, um de 8 anos e outro de 11.

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Como elas passaram a se encontrar frequentemente, os meninos começaram a perguntar: “Por que vocês não moram juntas?” Isso porque eles achavam que elas fossem apenas amigas. Renata e Vanessa não quiseram apressar as coisas, pois não queriam machucar os filhos – mais pelo preconceito das pessoas.

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Não demorou muito tempo pra elas deixarem para trás a ideia de que jamais teriam uma relação séria com uma mulher ou de jamais se casar de noivinha. Com um mês de namoro, decidiram juntar as escovas de dente. “Com nove meses já estávamos casando no civil e, cá entre nós, isso não estava prevista pra essa vida (risos)! Muito menos no mesmo final de semana entrar juntas de noivas e já com o sobrenome uma da outra!”

Lembra da aniversariante que aproximou Renata e Vanessa? Ela fez o papel de cerimonialista, nada mais justo, certo? As duas se arrumaram no mesmo local, mas com uma venda nos olhos, para aumentar a emoção de uma ver a outra vestida de noiva pela primeira vez.

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Os filhos foram os pajens mães, que entraram juntas na cerimônia. “Entramos juntas e recebemos nossos padrinhos, um a um, e, depois, prestamos uma homenagem a eles, para demonstrar o quanto cada um deles é importante na nossa vida”, lembra Renata.

Durante a cerimônia, uma das mães do casal – sim, sogra também é mãe, pelo menos neste caso – pediu para elas irem com calma, “por falta de experiência com a filha lésbica e preocupação com os netos, considerando que nossa relação estava ficando seríssima”. Já a mãe que aceitava há algum tempo a orientação da filha não pôde comparecer.

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Enfim, só estando no casamento mesmo, para sentir a emoção, que nenhum texto é capaz de traduzir – a gente arrisca, mas não chega nem perto. Histórias como a de Renata e Vanessa – sem roteiro – são razões para acreditar no amor imprevisível, porém verdadeiro.

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Fotos © 1024 Fotografia – Reprodução Autorizada

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