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Roger Waters usa jato particular para reunir mãe e filhos separados pela Guerra na Síria


Roger Waters usa jato particular para reunir mãe e filhos separados pela Guerra na Síria
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O músico e compositor inglês Roger Waters, um dos fundadores da banda de rock Pink Floyd, famoso por suas músicas de caráter progressista e mais recentemente, por suas declarações de cunho político na mídia, foi o centro das atenções mais uma vez.

Roger usou seu jatinho particular para reunir mãe e seus filhos que foram separados há quatro anos pela Guerra Civil Síria, que já matou mais de meio milhão de pessoas e deixou outros 5 milhões de refugiados desde o início do conflito, em 2011.

Os garotos, agora com 7 e 11 anos de idade, foram sequestrados pelo pai, que era um combatente pró-Estado Islâmico. 

Depois que ele foi considerado morto em um conflito em 2017, os meninos foram levados para a fronteira por sua madrasta – mas logo em seguida abandonados, apenas para acabar em um campo de refugiados sírios.

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Um advogado de direitos humanos chamado Clive Stafford Smith descobriu a situação dos garotos no campo de refugiados e procurou ‘um amigo’ em busca de ajuda – Roger Waters.

Waters ficou tão comovido com a história dos garotos e de sua mãe, Felicia, que pegou o jato particular para buscá-la em Trinidad e Tobago (onde ela estava exilada) e levou-a até à fronteira síria, há 10.000 quilômetros de distância da nação caribenha para que ela pudesse resgatar seus filhos.

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Assim que Felicia chegou ao campo de refugiados, Roger relata que ela passava “horas, horas e mais horas” aguardando ansiosamente os filhos aparecerem. Finalmente, eles se reuniram uma vez mais e voaram de volta em segurança para Trinidad por volta da meia-noite. O músico desabafou dizendo que estava “absolutamente aliviado” com o reencontro.

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Os garotos choraram de alegria ao se reencontrarem com a mãe, numa emocionante reunião familiar. Durante a viagem de volta para a casa de Felicia, eles passaram toda a jornada agarrados no colo da mãe, já não mais se sentindo como ‘dois peixinhos perdidos nadando em um aquário’.

Agora eles reconstruirão suas vidas na paradisíaca nação-ilha de Trinidad e Tobago, um país pacífico que não se envolve em guerra há pelo menos um século.

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Fonte: Good News Network
Foto de capa: Reprodução / GGN

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