Hospital nos EUA permite presença de cão durante cirurgia de menina de sete anos


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Kaelyn Krawczyk, de apenas sete anos, é portadora de mastocitose, uma doença cujos portadores costumam apresentar sintomas como urticária, inchaço, náuseas e falta de ar. As alergias, que aparecerem sem qualquer tipo de aviso prévio, podem até ser fatais.

A pequena norte-americana, que vive na Carolina do Norte com a família, costumava ter muitas crises, deixando os pais em alerta constante. A dupla só pode relaxar quando a menina ganhou JJ, um terrier treinado para prever as crises alérgicas da criança.

Há 18 meses, quando o cachorro passou a acompanhar a garota, o número de crises diminuiu consideravelmente. O animal é capaz de perceber mudanças químicas ou de comportamento bastante sutis no corpo de sua proprietária.

Esta semana, ao passar por uma cirurgia, a criança não precisou se despedir de JJ em casa. A equipe responsável pelo atendimento de Kaelyn no hospital Duke University Medical Center decidiu contar com a ajuda do cão durante a cirurgia.

Apesar dos riscos de infecção, o animal tomou banho e foi autorizado a permancer junto com a garotinha durante todo o procedimento. O objetivo era fazer com que o cachorro avisasse os médicos caso a menina tivesse alguma reação no momento da anestesia.

“Nesta era da tecnologia, quando temos milhões de dólares investidos em equipamentos, é incrível pensar que tínhamos um pequeno cão nos ajudando, muito mais sensível do que todas as máquinas”, disse o anestesista Brad Taicher.

A cirurgia de sucesso, realizada para detectar causa de infecções renais na menina, durou cerca de 45 minutos.

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Via Globo Rural

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