Projeto anti-bullying da Finlândia chega a América Latina após sucesso na Europa

Uma vida inteira pode ser diferente se as crianças não sofrerem agressões de colegas na escola. É com essa premissa que existe o KiVa, um projeto anti-bullying da Finlândia que chegou a América Latina depois de fazer sucesso e se espalhar por mais de 20 países europeus. Este é um passo a ser celebrado em prol do respeito e do amor ao próximo.

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Sempre temos algum conhecido que tenha passado por situações humilhantes no ambiente escolar, ou até mesmo somos o protagonista dessa história. O que parece inofensivo ou uma brincadeira pode acabar com consequências graves e sequelas psicológicas que perduram ao longo dos anos. Desde 2009, a Finlândia vem lutando contra isso e unindo esforços para melhorar ainda mais seu nível educacional, que está entre os melhores do mundo.

Em pauta, o bullying chegou a ser eliminado completamente em 80% das escolas e reduzido em outras 20%, segundo levantamento com 30 mil estudantes entre 7 e 15 anos. O método, que sem abreviação se chama Kiusaamista Vastaan (“contra o bullying”, em tradução para o português), foi desenvolvido pela Universidade de Turku é baseado em prevenção, intervenção e monitoramento.

Resumidamente, a ideia é não só amparar os alunos que são vítimas dos abusos, mas também as testemunhas, que mesmo passivamente podem estar incentivando ou consentindo com o agressor. Se não há público para acompanhar suas “gracinhas”, é bem capaz que ele pare e entenda o quanto sua ofensa machuca ou é desagradável. Dessa maneira, a conscientização envolve toda a turma, incluindo pais e professores, e propõe mudanças de comportamento.

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Prevenir também é uma chave fundamental para que o modelo seja bem sucedido. Durante 45 minutos em duas vezes por mês, lições e atividades repassam conceitos gerais sobre conflitos, com o intuito de ensinar as crianças sobre o que é aceitável ou não entre os colegas. A partir do momento em que os pequenos criam noção do que é ou não confortável para eles, fica mais fácil identificar o problema, procurar ajuda e acompanhar o caso. Agir antes de que aconteça algo errado ou que prejudique o aluno tem dado bons resultados.

Apesar dos países terem culturas diferentes, o bullying se manifesta de formas semelhantes em praticamente todos os lugares. O que muda são as adaptações da metodologia, incorporando prioridades e problemas enfrentados em cada nação. O projeto focado em bem-estar escolar já está em atuação na Argentina, Chile, Colômbia e Peru. Agora resta torcer para que chegue ao Brasil e amplie as chances de termos uma educação melhor, com crianças mais saudáveis e felizes!

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Fotos: reprodução/banco de imagens

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