App colaborativo para comunidade autista chega a 14 estados brasileiros

Facilitar o acesso da comunidade autista a profissionais, serviços e oportunidades é o objetivo do aplicativo Rede Azul, já disponível para uso em todo país.

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Idealizado por Elaine Marques — mãe de uma garota com TEA (Transtorno do Espectro Autista) que mora em Indaiatuba (SP) — o app é colaborativo, permitindo que pessoas façam e avaliem indicações já presentes no app.

Em um mês de existência, o Rede Azul já é utilizado por usuários de 14 estados brasileiros.

A motivação de Elaine Marques para desenvolver o aplicativo surgiu dos obstáculos que ela enfrenta com a filha Alícia Nicol Marques, 17 anos, diagnosticada com Síndrome de Asperger, nível leve do TEA.

App colaborativo para comunidade autista

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Desde o diagnóstico, Elaine tem dificuldades para encontrar tratamentos, medicamentos e ensino adequado para a filha. Então, pensou que, assim como ela, outras famílias deveriam passar pelos mesmos problemas, dando início à criação do app.

Leia também: Lei Romeo Mion é sancionada e dará prioridade a autistas em serviços públicos e privados

Lançado em dezembro na Google Play Store, o Rede Azul foi distribuído em etapas, começando por municípios da Região Metropolitana de Campinas, além das cidades de Salto, Itu e Elias Fausto, no interior de São Paulo.

Apesar do foco no estado de São Paulo, o app já conta com usuários de Rio de Janeiro, Minas Gerais, Acre, Alagoas, Pernambuco, Distrito Federal, Mato Grosso, entre outros. Até o momento, são mais de 640 usuários ativos.

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App colaborativo

O Rede Azul é construído a partir de experiências. Assim, os usuários que frequentam locais ou utilizam serviços amigáveis à comunidade autista deixam suas indicações no app — os chamados Pontos Azuis.

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Outras pessoas podem consultar, vivenciar e, depois, também deixar sua avaliação. Com todas essas informações, checadas por moderadores, o aplicativo calcula uma média de nota para cada indicação.

Futuramente, Elaine Marques implementará selos físicos, que serão fixados em estabelecimentos bem avaliados.

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Para conhecer mais sobre o projeto, siga o Rede Azul no Facebook e Instagram.

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Fotos: Fernando Schroeder

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