Astrônoma brasileira da Nasa investiga existência de vida na maior lua de Saturno: “Lembre-se de olhar o céu”

A astrônoma brasileira Rosaly Lopes tinha 12 anos de idade quando o astronauta Neil Armstrong pisou na lua, com a missão Apollo 11, no histórico dia 20 de julho de 1969. Anos depois, se tornaria cientista sênior do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa.

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Voltando de uma viagem à Argentina, Rosaly, que atualmente vive em Pasadena, na Califórnia, ouviu pelo rádio a transmissão ao vivo de um dos maiores feitos da história da humanidade. Ela conta que ficou eufórica e mal conseguiu dormir naquela noite.

Durante uma parada, resolveu descer do ônibus e contemplar o céu estrelado. Nos dias seguintes, o noticiário mostrava o sucesso da missão e foi então que Rosaly decidiu que um dia iria trabalhar na Nasa.

A menina que já era uma aluna aplicada na escola, passou a estudar em dobro para o sonho se tornar real – além de devorar livros sobre astronomia!

Formação no exterior

Decidida a se tornar astrônoma, Rosaly ingressou na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Logo depois, em 1975, foi selecionada para estudar na Inglaterra. Cursou astronomia e fez seu doutorado em Geologia dos planetas no University College London.

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Astronomia com DNA brasileiro. Foto: Rosaly Lopes/arquivo pessoal

Pouco depois de concluir o doutorado, Rosaly soube que o programa Nasa Postdoctoral Program era aberto a estrangeiros e não perdeu tempo. Era para ser uma experiência de apenas dois anos, mas desde o primeiro dia, Rosaly deu o seu melhor para trabalhar na Agência Espacial Norte-Americana após esse período.

Astrônoma arriscou emprego fixo para dar salto na carreira

“Fiquei feliz, mas ao mesmo tempo foi uma situação estressante. Sabia que só poderia ficar dois anos como pós-doc. A não ser que me oferecessem um emprego para continuar. Tinha deixado casa, emprego [no Observatório de Greenwich] e amigos na Inglaterra”, conta.

Valeu a pena se arriscar! Gostaram tanto de Rosaly, que ela foi convidada a trabalhar na missão Galileo, que lançou uma nave não-tripulada para Júpiter e foi encerrada em 2003.

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Rosaly, 64 anos, escreveu um livro sobre os vulcões da Terra. Foto: Rosaly Lopes/arquivo pessoal

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Pesquisadora em trabalho de campo na ilha de Ambrym, em Vanuatu, país localizado no sul do Oceano Pacífico. Foto: Rosaly Lopes/arquivo pessoal

Livro dos recordes e investigação de vida em lua de Saturno

Rosaly acabou descobrindo 71 novos vulcões ativos na lua vulcânica de Io, indo parar no Guinness Book of World Records 2006 como a pessoa que encontrou o maior número de vulcões no universo. UAU!

A astrônoma participou ainda da missão Cassini, analisando a geologia do maior satélite natural de Saturno. A missão também já foi encerrada, porém, a brasileira continua investigando a possibilidade de já ter existido vida na lua de Titã.

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Titã é a segunda maior lua do sistema solar. Foto: Nasa

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Lembre-se de olhar o céu

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Rosaly olhou para o céu e chegou lá, literalmente! E ela aconselha que façamos o mesmo. “É importante olhar para o céu em vez de olhar para os pés porque você deve ter uma visão grande de que é possível”, diz.

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Lembre-se de olhar o céu e acredite!

Nem mesmo o fato de ser mulher e brasileira a impediu de trabalhar na Nasa. “Sempre faço o meu melhor e vou em frente, sem me preocupar com esse tipo de coisa.”

Acredite: pensar que algo é impossível de ser alcançado sem ao menos tentar é uma oportunidade perdida. E tudo bem ‘adaptar’ o sonho. Míope, Rosaly não se tornou astronauta, como queria.

“Temos que correr atrás dos nossos sonhos. Tive que modificar os meus porque queria ser astronauta. Adaptei o meu sonho. Mas quem sabe um dia ainda possa ir ao espaço, agora que está abrindo para o turismo?”, diz.

Sábio conselho, não é mesmo?! 😉

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