Atleta olímpico de 22 anos agradece pai solo que o adotou em orfanato no Camboja: ‘Te amo, pai’

Grande promessa da delegação norte-americana nas Olimpíadas de Tóquio, o atleta Jordan Windle está brilhando no salto ornamental.

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No entanto, poucos sabem que ele talvez não tivesse chegado tão longe se não fosse pelo pai, Jerry, um estadunidense que decidiu adotá-lo em um orfanato no Camboja quando o menino tinha apenas 1 ano de idade.

De acordo com o portal Today, Jerry revelou que sempre quis ser pai, mas isso não parecia uma opção para um homem solteiro e gay como ele na década de 1990.

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No entanto, foi folheando uma revista que ele encontrou uma matéria sobre um jovem que havia adotado sozinho uma criança no Camboja.

“A história falava sobre o vínculo entre pai e o filho, e aquilo ficou na minha cabeça … O artigo listava o número de um serviço de adoção. Liguei para lá e disse ‘Acabei de ler uma matéria, é realmente possível uma única pessoa adotar uma criança? ‘ e eles responderam que era.”

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Firme em suas convicções, Jerry decidiu começar os trâmites para adotar uma criança no Camboja e, meses depois, estava pegando o filho no colo pela primeira vez em um orfanato do país.

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Na época, o pequeno Jordan lutava para sobreviver em meio a um quadro grave de desnutrição e infecção generalizada.

Felizmente, com o amor e os cuidados do pai, Jordan recuperou a saúde, cresceu e vai disputar uma medalha olímpica nos saltos ornamentais.

Apesar do pai adotivo não estar em Tóquio, no Japão, para ver o filho competindo ao vivo devido às restrições para conter a pandemia, Jordan disse que ele é seu maior incentivador.

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“Quando estou competindo, geralmente consigo distinguir a voz do meu pai entre todos que estão na plateia, é incrível! Não o ter nas Olimpíadas será diferente”, disse Jordan ao site americano. “Queria que ele estivesse lá, mas isso realmente não muda meu objetivo: me divertir, mostrar o que sei fazer e dar um show para todos. Espero deixá-lo orgulhoso.”

Jordan tinha apenas 7 anos quando começou a praticar nos saltos ornamentais.

Um técnico, ao ver o menino brincando na piscina, disse à Jerry que o pequeno tinha uma constituição física propensa para o esporte olímpico.

“Perguntei para o Jordan o que ele achava de saltos ornamentais e, imediatamente, ele ficou muito animado. Decidi apoiá-lo. Dois anos depois de começar a praticar, ele ficou em primeiro lugar no campeonato nacional junior da modalidade. Ele é muito dedicado, esforçado e, com a comissão técnica, merece muito a oportunidade de competir nessas Olímpiadas”, disse o já orgulhoso pai.

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Fonte: Grande Arte
Fotos: Reprodução / Instagram: @jordanpiseywindle

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