Atleta da Nova Zelândia ganha ouro com prótese financiada por torcedores

Liam Malone teve anos trágicos ainda novo. Após perder a mãe para um câncer, investiu na carreira de velocista biamputado como meio de sobrevivência “para deixar minha mãe orgulhosa”. Sem dinheiro para um par de próteses de competição de ponta, Liam foi a um programa de TV na Nova Zelândia falar sobre sua classificação para os Jogos Paralímpicos Rio 2016 e mostrar um pouco sobre o seu dia a dia.

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As próteses pequenas são seus primeiros modelos, aos 2 anos. Foto: Lauren Wafer-Kiddle/Fairfax NZ
As próteses pequenas são seus primeiros modelos, aos 2 anos. Foto: Lauren Wafer-Kiddle/Fairfax NZ

Liam explicou como os músculos funcionam durante a corrida para um atleta não-amputado e foi a partir dessa explicação que tudo mudou em sua vida. Determinados em ajudar, moradores de várias partes do país começaram a enviar doações para a emissora.

A vaquinha levantou NZ$ 20mil (cerca de R$ 48mil) e foi o suficiente para o atleta comprar os equipamentos que melhorariam seu desempenho. Emocionado, Malone agradeceu o carinho “Não estaria aqui sem ajuda das pessoas que investiram em meu sonho, estou transbordando de gratidão”, disse Malone.

Foto: Hagen Hopkins/Getty Images
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Malone não é só um atleta, ele é um dos maiores atletas paralímpicos da Nova Zelândia. As novas próteses ajudaram o atleta a conquistar três medalhas nos Jogos Paralímpicos Rio 2016 na categoria T44, uma prata nos 100m (11s08), ouro nos 200m (22s14) e 400m (46s20), quebrando o record de Pistorius.

Foto: Hagen Hopkins/Getty Images
Foto: Hagen Hopkins/Getty Images

A ajuda do tal programa de TV foi fundamental e as medalhas vieram com um sentimento especial. Trudi, a mãe de Malone, completaria aniversário esta semana e para deixá-la sempre por perto, o atleta corre com um cordão dela.

Liam teve as pernas amputadas aos dois anos devido uma hemimelia fibular e continua com planos: Quer ser a cara do movimento paralímpico e dar representatividade aos atletas. “Quero ser um campeão para as pessoas com deficiência em todo mundo e trabalhar por elas”, revela.

Foto: Hagen Hopkins/Getty Images
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