Para não perder tratamento, autista que viveu 15 anos acorrentado recebe apoio com vaquinha

O jovem André Padilha, 30 anos, viveu 15 anos acorrentado em sua casa, em Fernandópolis (SP). Com autismo severo, o jovem começou a se autoagredir na adolescência, causando lesões permanentes na orelha e na boca. Infelizmente, prender o filho foi a única solução que a dona Marisa Padilha encontrou para protegê-lo.

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Sensibilizados com o caso de André, um grupo de profissionais começou a atender gratuitamente o jovem em casa. Porém, há seis meses os voluntários pararam o tratamento por problemas financeiros. Para ajudar André a não perder os avanços conquistados até aqui, abrimos uma vaquinha na VOAA. Clique aqui e apoie!

Sem tratamento, André tem regredido 😔

A equipe que cuidava de André era magnífica! Formada por psicóloga, fonoaudióloga, fisioterapeuta e equoterapeuta, o grupo multidisciplinar tinha conquistado avanços incríveis no tratamento do jovem, que não precisava mais ficar acorrentado em casa.

Mas há 6 meses ele está sem o tratamento e a mãe teme que percam todo o avanço conquistado nesses dois anos. 😔

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Jovem com capacete de rúgbi
André havia evoluído no decorrer do tratamento, mas pode perder avanços caso não volte a ter cuidados. Foto: reprodução/VOAA

“Os voluntários pagavam do próprio bolso, mas agora estão sem condições de continuar”, explicou a dona Marisa, que não tem condições de bancar um tratamento como este para o filho.

Tratamento foi negado pelo SUS

Em 2019, André foi personagem de um episódio do programa Profissão Repórter, da Globo. A matéria mostrou o dia a dia de André e da dona Marisa, que naquela época mantinha o rapaz acorrentado continuamente. Foi a partir desta matéria que o grupo de profissionais procurou a família para oferecer o tratamento gratuito para autismo.

Porém, dona Marisa contou que os últimos meses sem cuidado profissional tem feito André regredir no tratamento. A mãe do jovem já entrou com um pedido no SUS (Sistema Único de Saúde) para que seu tratamento fosse pago pelo Governo Federal, mas ele foi negado.

Mãe e filho autista abraçados em foto
André e sua mãe, Marisa, tem um longo histórico de batalha para a melhora do jovem. Foto: reprodução/VOAA

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Já a Prefeitura de Fernandópolis, revelou que em até três meses terão um espaço para cuidar de André. Apesar da promessa, não há certeza que o rapaz voltará a ser tratado em breve.

Para que André não volte a ficar acorrentado, abrimos essa vaquinha para pagar seu tratamento. Apoie essa história de luta dele e da dona Marisa. Clique aqui e colabore!

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