“Pague quanto puder, e se não puder, leve de graça”, diz banca solidária em Porto Alegre (RS)

Não temos câmera, nosso vigia é Deus“. Essa é a primeira coisa que você lê ao chegar em uma banca a céu aberta instalada na Estrada Jorge Pereira Nunes, no bairro Campo Novo, em Porto Alegre (RS).

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A banquinha, toda de madeira, é mantida graças a contribuições espontâneas e pertence a Sildo Mundt, 66 anos, um caseiro que trabalha em um sítio na zona rural da cidade.

Agricultor Sildo Mundt, colocou um banca de frutas, em frente a sua, na Estrada Jorge Pereira Nunes, para quem quiser levar as frutas, uma forma solidaria de dispor das frutas.
Mundt é natural de Agudo, na Região Central. Foto: Ronaldo Bernardi / Agencia RBS

Em um estande logo acima das frutas, outra mensagem pode ser lida: “Pegue as frutas que precisar e deixe a contribuição que achar justo. Se não tiver o que dar, pode pegar o que precisar”.

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“É para ajudar. Muita fruta acabava estragando, e eu vejo que tem gente que não pensa no próximo. Joga fora em vez de doar. Se todo mundo fizesse um pouquinho disso, o mundo seria melhor”, afirma Sildo, nascido em Agudo, no interior gaúcho.

Quando criança, ao lado dos pais, ele aprendeu muito vivendo no campo. Hoje, ajuda os vizinhos com dificuldades financeiras, tendo a ideia de repartir a colheita.

“Tem mais ou menos um ano que coloquei isso aí. As frutas sempre saem, mas o valor que as pessoas deixam diminuiu. Só que o dinheiro não é o mais importante pra mim e sim que elas levem pra casa”, disse.

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Sildo Mundt, 66 anos, é caseiro de um sítio na Zona Sul. Foto: Ronaldo Bernardi / Agencia RBS / Agencia RBS

Na banquinha, opção é o que não falta: tem aipim, chuchu, banana e mamão, além da grande variedade de laranja, limão e bergamota.

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Na última segunda-feira (9), de manhã bem cedo, a banca já organizada recebe visitas antes mesmo das 7 horas.

Um morador da região pergunta quanto “custava o quilo dos frutos”. Em resposta, Sildo disse que ele poderia deixar o que quisesse ou levar de graça, “que não haveria qualquer constrangimento”.

Ao final, o homem encheu uma sacola e colocou R$ 2 no cofrinho.

Fonte: Diário Gaúcho

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