Bia Figueiredo é a única mulher a disputar a Stock Car e foi a primeira brasileira na Fórmula Indy

Se ainda restam dúvidas de que o mundo será dominado pelo público feminino, aí vai mais uma razão para acreditar. Neste ano, Bia Figueiredo é a única mulher a disputar a Stock Car e, antes disso, foi a primeira brasileira na Fórmula Indy. Aos 32 anos, ela segue quebrando paradigmas na modalidade, em alta velocidade.

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O interesse por carros despertou logo na infância, quando aos 8 anos pediu para o pai a levar para correr de kart no circuito de Interlagos, em São Paulo. Ali começou, despretensiosamente, uma longa carreira em corridas automobilísticas. Depois ela migrou, para a Fórluma 3 Sul-Americana, A1-GP e a F-Renault Brasil, na qual teve outro marco importante: aos 18 anos de idade, foi a primeira garota a vencer uma provaNo Estados Unidos, a profissão ganhou ainda mais fôlego. Além de encontrar outras mulheres no esporte a motor, como Danica Patrick, teve suporte o suficiente para mergulhar de cabeça na competição Indy Lights, em 2008, onde ganhou o prêmio de estreante do ano. Os troféus não pararam por aí, e no seguinte ela venceu outras duas provas, até chegar a categoria principal, em 2010.

Depois de uma temporada na terra do Tio Sam, retornou ao Brasil em 2014 e segue na Stock Car, pilotando junto com os outros atletas e reinando como a única mulher no grid. Mas ela destaca que ter outras mulheres na profissão e no meio automobilístico – como engenheiras e mecânicas – é importante. “Fico orgulhosa de mostrar às famílias brasileiras que tem uma mulher correndo, para ter meninas que possam chegar no topo, como eu cheguei”, contou em uma entrevista.

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E você sabia que sem o ferro isso tudo seria impossível? O minério, do qual a Vale é a maior produtora do mundo, dá origem às chamadas pelotas, pequenas bolinhas que são essenciais na fabricação do aço, matéria-prima essencial do carro.

Além disso, o ferro ainda ajuda a proteger os pilotos. Ele é usado no guard-rail, barra de proteção colocada na área de escape da pista, e no Santo Antônio, um tipo de gaiola que evita atritos com a cabeça do piloto se o carro capotar.

Leia também: A importância da pesquisa de abelhas no trabalho de produção de mel do Seu Luiz no Pará

Crédito de foto: Divulgação Stock Car

[Nota da Redação]

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