Bióloga que salvou Arara Azul da extinção concorre a prêmio

A bióloga Neiva Guedes dedicou 30 dos 58 anos de sua vida à causa animal, especialmente a das araras-azuis-grandes, um dos símbolos do Pantanal, que corriam o risco de serem extintas até pouco tempo atrás.

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Por meio do Instituto Arara Azul, ela foi uma das grandes responsáveis pela retirada da espécie Anodorhynchus hyacinthinus, a arara-azul-grande, da lista de espécies ameaçadas de extinção.

Graças aos seus esforços, Neiva irá concorrer ao prêmio Prêmio Faz Diferença, do Jornal O Globo, que reconhece o trabalho, a dedicação e o talento de brasileiros, que, nas mais diversas áreas de atuação, serviram de inspiração para o país – e para o mundo! – em 2019.

bióloga Neiva Guedes defensora das araras azuis
Foto: Reprodução/Instituto Arara Azul

Projeto de uma vida

“Fiz mestrado em Ciências Florestais e a Arara Azul foi objeto do meu mestrado. Acabou virando um projeto de vida, porque era tão envolvente o trabalho, que acabei dedicando quase 30 anos a ele”, afirmou a bióloga sul-mato-grossense ao jornal O Pantaneiro.

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Boa parte do trabalho de Neiva está na integração e conscientização da comunidade sobre o valor da espécie, buscando incentivar a preservação por parte dos moradores.

Leia também: Bióloga brasileira ganha prêmio internacional por prevenção de atropelamento de animais em rodovias

“Se eu quisesse apenas concluir o meu mestrado era só coletar os dados e ir embora. Talvez a arara acabasse. Assim, fomos conversando e mostrando para as pessoas o que estávamos estudando, que elas eram privilegiadas de morar junto com as araras e de ter essa convivência harmoniosa com as aves todos os dias. É uma vida muito bacana a do pantaneiro tradicional junto com a natureza, muito harmoniosa”, contou a bióloga à National Geographic.

Foto: Reprodução/Thiago Henrique

Para a pesquisadora, o trabalho de conscientização, que parte da arte de educar o próximo, é a chave para a continuidade e prosperidade das araras-azuis-grandes.

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“As pessoas convivem com a natureza, mas não estão atentas. Se não contarmos com as crianças que são o futuro, com o tema da natureza, muita coisa pode ser perdida”, afirmou ao Ciclo Vivo.

Leia também: Projeto Tamar celebra 40 anos de fundação com 40 milhões de tartarugas soltas

Outros indicados

O Prêmio Faz Diferença 2020 também indicou na mesma categoria outros dois pesos pesados: o físico Ricardo Galvão, ex-presidente do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e o médico cardiologista William Dib, ex-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

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Fonte: Hypeness

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