Bloco de carnaval de BH tem bateria formada por pessoas com deficiência

Uma bateria bastante especial faz o maior sucesso no carnaval de Belo Horizonte (MG). A bateria inclusiva do bloco Chama o Síndico tem mais de 80 pessoas entre músicos e dançarinos que fazem a alegria dos foliões.

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A bateria, chamada de Sindicato Inclusivo, numa alusão ao nome do bloco e à inclusão social, já existe há três anos. Pessoas com deficiência física e mental, além de autismo, cadeirantes e idosos comandam a batucada.

Eles fazem a abertura do bloco e depois se juntam aos demais foliões para brincar nas ruas e avenidas. “O nosso objetivo não é reservar apenas um espaço para eles, isso não seria inclusão, mas é de misturar mesmo e fazer todo mundo brincar junto”, explicou Renata Thalilst.

Integrantes da bateria inclusiva do bloco de carnaval Chama o Síndico desfilando pela avenida
Foto: Reprodução/Chama o Síndico

Os organizadores fizeram ainda a adaptação de alguns instrumentos para que pessoas sem os membros superiores possam tocá-los. O bloco Chama o Síndico já existe há oito anos e arrasta mais de 100 mil pessoas a cada ano.

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Saca só um dos ensaios da bateria inclusiva:

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💚💚💚Sindicato Inclusivo mostrando que a festa é pra todo mundo. 💚💚💚 Pra quem não sabe, o #sindicatoinclusivo é o nosso ciclo de oficinas para deficientes físicos e mentais. É essa turma que abre o nosso desfile. De graça. Pra geral. Na rua! 🛸🛸🛸Dia 3 de março, domingo, a partir das 10h (concentra às 9h). Nos vemos na Abraão Caram, 996. 💚🐊 #chamaosindico #carnaval2019 #carnavalbh #amstelbr #cervejaoficial

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A Inclusão no Carnaval permite colocar em prática todo um discurso de respeito à diversidade, às diferenças e aos direitos destes cidadãos“, disse o musicoterapeuta e psicólogo Bruno Antônio, integrante do bloco.

Integrante da bateria inclusiva do bloco de carnaval Chama o Síndico desfilando em cadeira de rodas pela avenida
Foto: Reprodução/Chama o Síndico

Mas o bloco não faz bonito apenas no carnaval não. O projeto da bateria inclusiva é maior, funciona o ano inteiro oferecendo gratuitamente oficinas de percussão, dança e canto para as pessoas com deficiência e os seus familiares.

A bateria Sindicato Inclusivo fez lembrar da história do paulista Gui Caiaffa, que tem síndrome Apert, que promove a fusão dos dedos, e que toca bateria. Gui fez até um canal do Youtube para ensinar as pessoas com deficiência sobre música e instrumentos.

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“O resultado desta experiencia até o momento, já nos causa muita alegria, pela adesão dos participantes, dos pais e o envolvimento de todos do Bloco Chama o Síndico e sua produção, que abraçaram o projeto”, disse Bruno. O bloco sai às ruas no próximo domingo, 23 de fevereiro.

E por falar em bloco, conheça os 20 nomes mais criativos de bloquinhos do Carnaval 2020.

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