Brasileira transforma redes de pesca descartadas no mar em produtos ecológicos para casa

Um esfregão para limpezas pesadas e saquinhos para guardar frutas. Essas são as duas peças que a artista plástica Nara Guichon desenvolveu a partir de redes de pesca que são descartadas no mar.

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As redes feitas de poliamida são muito resistentes e levam centenas de anos para se decompor. Então, após receber uma grande doação dessas peças, Nara resolveu reaproveitá-las da maneira mais eficiente possível.

nara recicla redes de pesca

 

Nara nasceu em Santa Maria, mas mora hoje em Florianópolis, onde tem o seu ateliê. Há mais de 40 anos ela desenvolve peças sustentáveis e a história com as redes de pesca começou em 1998.

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Hoje, ela recebe cerca de 2 toneladas por ano. Tudo passa por um processo de limpeza e é reformado até ser transformado em saco ou esfregão.

Nara produzindo as peças sustentáveis

 

Transformação ecológica

Os esfregões substituem muito bem os produtos de plástico. Nara conta que a durabilidade das suas peças também é melhor. Após 6 anos de uso contínuo, o esfregão mantém a mesma gramatura. Além disso, ele não libera microplásticos.

esfregão feito de rede de pesca

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saco feito de rede de pesca

 

Numa sociedade cada vez menos conectada aos valores naturais, o artesanato feito com materiais que, de outro modo seriam descartados, se mostra como uma forma de retorno às origens”, explica a artesã.

Parceria Positiv.a

Em 2014, Nara conheceu Marcella Zambardino, co-Ceo da Positiv.a, uma empresa que desenvolve produtos para casa e corpo, a partir de compostos 100% orgânicos.

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Nara em seu ateliê

As duas firmaram uma parceria, onde Marcella levou os dois produtos de Nara para a Positiv.a e se tornou a representante exclusiva dos esfregões.

De lá para cá, elas venderam 476,3 kg de produtos feitos a partir das redes de pesca.

Nara também está transformando as redes em esponjas, colares, roupas e xales. Até o momento, esses produtos não estão disponíveis na Positiv.a, mas com certeza logo isso acontecerá.

FONTE: as fotos e informações são do CicloVivo

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