Cadelinha paraplégica cuida de cachorros na clínica onde vive

Os animais são mestres em dar exemplos de empatia e solidariedade. A cadelinha Vitória compartilha com a gente mais um desses exemplos.

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Mesmo sem ter o movimento das patas traseiras, a moradora e mascote da clínica CitVet, em Osasco, São Paulo, ajuda outros cachorros internados e conforta os que vivem seus últimos dias. As informações são do site ESTADÃO.

Simone Regina Pereira Godoy, sócia da clínica, contou que a cadelinha tem uma espécie de ‘sexto sentido’. “Já tivemos diversos casos em que ela deita junto do cão e fica com ele até o fim, como se estivesse confortando o animal na hora de sua morte”, diz Simone. “Ela sente. É como se fosse acompanhar o animal na sua partida”, acrescenta.

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Vitória tem um papel importante mesmo em casos de internação de menor gravidade. A cachorrinha começa a chamar o coleguinha doente para brincar quando percebe que ele está melhorando.

Os tutores dos animais internados aprovam, e agradecem, essa interação. “Eles entendem o papel dela aqui e costumam trazer comida e brinquedos”, conta Simone.

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O papel de cura que Vitória desempenha é ao mesmo tempo físico e emocional. O Negão é um exemplo de que a amizade é um santo remédio. O cachorro chegou à clínica paraplégico e muito bravo – assim como Vitória, ele foi abandonado e atropelado.

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Vitória melhorou o humor do Negão

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Vitória, então, passou a chamar o amigo para brincar e a dormir com ele sempre que tem uma chance. Negão continua um cachorro meio rabugento, mas a convivência com Vitória melhorou um pouquinho seu humor – os dois dormem no mesmo colchão.

Vitória também foi vítima de abandono: da sua própria família

A cadelinha foi resgatada pela ONG Associação Eu Sou Pró-Animal, que realiza resgates de animais abandonados e vítimas de maus tratos, na região de Osasco e na Grande São Paulo. A diretora da ONG, Andrea Mussato, lembra que Vitória vivia em uma casa com mais dois cães e um senhor idoso. Os três animais foram colocados na rua pela família do idoso depois que ele faleceu.

Eles sobreviveram com ajuda de comerciantes locais, que ofereciam comida todos os dias. Um dia, porém, enquanto brincava na rua, Vitória foi atropelada por um ônibus. Um veterinário sugeriu a eutanásia, mas as mesmas pessoas que a alimentavam não aceitaram.

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Elas colocaram Vitória e os outros dois cães em um barraco improvisado. A cadelinha ficou ali dentro durante sete meses, até ser encontrada pela associação. Depois, Vitória foi levada para a Clínica CitVet, onde recebeu os cuidados que precisava. Ninguém se interessou em adotá-la. Vitória acabou ficando na clínica e fez dela sua casa. Um final feliz para uma história com momentos difíceis para a cachorrinha que virou ‘estagiária’ da clínica.

crédito das fotos: Andrea Mussato/Arquivo pessoal

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