Cães de rua agem como “guarda-costas” de gari com deficiência: ‘Me protegem das pessoas más’

Uma história emocionante de fidelidade animal comoveu a população da Malásia, uma próspera nação de 32 milhões de habitantes no sudeste asiático.

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Na cidade de Kuala Lumpur, um rapaz com deficiência que trabalha como varredor de rua passou a receber proteção especial de dois cães sem-teto, que agem como verdadeiros “guarda-costas” dele.

Cães de rua agem como "guarda-costas" de gari com deficiência: 'Me protegem das pessoas más'

Em uma nação onde a eutanásia de animais de rua é uma prática comum, a história de pura fidelidade dos cães para com o rapaz malaio pode trazer mudanças políticas significativas, uma vez que ela gerou comoção nacional.

De acordo com informações do portal ‘Zoorprendente’, os cães não eram próximos, e só passaram a conviver juntos depois que conheceram o varredor. Na visão da população, os animais se uniram para proteger um homem socialmente que é tão vulnerável quanto eles.

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O varredor (profissão equivalente à gari no Brasil) foi identificado como “Dhillon”. Ele ganha a vida limpando as ruas da capital da Malásia cinco vezes por semana.

Todas as manhãs, os cães se juntam à ele e não permitem qualquer aproximação de estranhos, como verdadeiros guardiões. São quase dez horas de convívio diário, quando o rapaz se despede e vai para casa.

Cães de rua agem como "guarda-costas" de gari com deficiência: 'Me protegem das pessoas más'

Sensibilizado com o comprometimento dos doguinhos, um homem chamado “Jagdeep” resolveu tirar algumas fotos do trio e compartilhou nas redes sociais, exaltando a fidelidade dos cachorros, que não cobram nada em troca para fazer companhia ao varredor.

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“Ninguém pode chegar muito perto deste trabalhador. Caso contrário os cães exibem os dentes e ameaçam atacar. É um caso de puro comprometimento com o próximo”, disse.

Certo dia, Jagdeep tentou conversar com Dhillon à distância, ao que ele disse: “Eles nunca mordem, senhor, eles são presentes dados por Deus porque cuidam de mim e me protegem, pois sou deficiente”, disse.

Na conversa, Dhillon confidenciou que, por muitas ocasiões, foi alvo de insultos e até agressões na rua. Felizmente, esse cotidiano tóxico já não faz parte do dia a dia do varredor – graças aos cães.

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“Quando as luzes da rua se apagam à noite, eles são os únicos que ficam ao meu lado e não me agridem”, afirmou o rapaz à Jagdeep.

“A lição que tiro dessa conversa é que machucar animais, sejam eles quais forem, é um crime contra a vida. […] E mais detestável ainda é agir com maldade contra alguém inocente, que nasceu com uma deficiência e que não tem culpa nenhum disso”, disse o malaio em um post nas redes sociais.

Assista como foi, na íntegra, o I Prêmio Razões Para Acreditar!

Fonte: Zoorprendente
Fotos: Arquivo pessoal

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