Jogadores premiados no Campeonato Brasileiro são exemplos de superação

Na última segunda-feira (9), a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) premiou os melhores jogadores do Campeonato Brasileiro. Para dois deles a noite foi especial: Bruno Henrique, do Flamengo, e Michael, do Goiás – melhor jogador e revelação da competição, respectivamente. Por trás dessas conquistas se escondem duas histórias incríveis de superação!

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O atacante flamenguista quase perdeu a visão no ano passado! Na primeira partida de 2018, quando atuava pelo Santos, Bruno Henrique tomou uma bolada no rosto e sofreu cinco lesões no olho direito. Poderia ter ficado cego se não tivesse sido rapidamente atendido.

A recuperação foi lenta. Ele ficou um longo tempo com a visão embaçada, voltou aos treinamentos com um óculos especial de proteção e só retornou aos jogos mais de quatro meses depois. Durante a premiação, não esqueceu o ano que passou:

“Vou lembrar com muito carinho desse Brasileirão. Tive um 2018 ruim, com lesões, e hoje estar aqui representando o Flamengo… essa conquista que é de todos os companheiros”.

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Bruno Henrique, do Flamengo. Foto: Daniel Castelo Branco

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Michael, revelação do campeonato brasileiro pelo Goiás, também tem uma história de superação. O jogador de 22 anos virou usuário e vendedor de drogas na juventude e quase foi morto:

“Depois da sexta vez que tentaram me matar eu disse ‘Se esse Deus é mais ele vai ser mais na minha vida’”.

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Michael, do Goiás. Foto: Site Goiás/Reprodução

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Em 2016, ele decidiu mudar. Foi contratado por um time da terceira divisão de Goiás e iniciou uma trajetória de sucesso no futebol. Diz que agora segue atento para seguir vencendo:

“É difícil, mas graças a Deus estou superando. Todos os dias são uma luta. Se você não vai conseguir ficar em um ambiente com bebida, é melhor se retirar. Eu saio. Muitas vezes me dá vontade de beber, de fumar, não vou mentir. Sou ser humano. Só que eu olho para o céu, é de lá que vem nosso socorro. Eu tento me desviar do caminho do mal. Se eu voltar a fazer isso, nunca mais vou jogar futebol”.

*Texto de Marcos Pinheiro.

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