Cão recebe diploma de universidade após acompanhar cadeirante nas aulas

A norte-americana Brittany Hawley e seu cachorro Griffin são inseparáveis: onde ela vai, ele vai junto.

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Portadora de uma doença rara que a faz sentir dores crônicas no corpo e a obriga a se locomover em uma cadeira de rodas, Brittany conta com o auxílio do cão para vários afazeres do dia a dia, desde abrir portas, acender luzes, trazer objetos (que ela aponta com um laser) e claro, dar-lhe muito carinho, amor e companhia.

 [Nota da Redação do Razões] (Matéria continua depois do vídeo abaixo)

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No entanto, as limitações físicas da moça de 25 anos, que mora em Wilson, estado da Carolina do Norte, não a impedem de estudar, trabalhar e aproveitar a vida. Este mês Brittany se formou no mestrado em Terapia Ocupacional pela Universidade Clarkson, e claro, contou com a companhia de Griffin durante a cerimônia, que, assim como sua dona, ganhou um diploma para chamar de seu.

Com certeza um diploma muito justo, já que o golden retriever de quatro anos de idade frequentou assiduamente todas as aulas do mestrado ao lado de Brittany, desde o primeiro dia.

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Ao anunciar o diploma honorário ao cão, o conselho de administração da universidade disse que Griffin eiro dia de curso. O conselho de administração da universidade afirmou que o cachorro demonstrou “esforço extraordinário, compromisso firme e dedicação diligente ao bem-estar e sucesso de Hawley e dos estudantes”.

Cão recebe diploma de universidade após acompanhar cadeirante nas aulas
O diploma canino. Foto: Reprodução/Facebook

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Durante o estágio de sua dona, em que ela trabalhava ajudando soldados com deficiências de mobilidade e distúrbios psicossociais, Griffin também tinha sua função. Escovar um cão pode ajudar a melhorar a amplitude de movimento do paciente, e acariciá-lo ajuda a aliviar a ansiedade, disse Brittany.

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“Meus pacientes diziam: ‘Meus terapeutas hoje são Brittany e Griffin'”, disse ela, aos risos. Ela espera levar essa parceria para o futuro, no mercado de trabalho. “Será um pacote”, brincou. “Eu não poderia participar de nada sem ele.”

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Fonte: Revista Galileu

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