Mãe cria capa de cinto de segurança para alertar socorristas sobre a condição do passageiro

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Uma simples invenção de uma mãe de cinco filhos pode salvar a vida de dezenas, quiçá centenas, de pessoas com deficiência.

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Natalie Bell vive na Austrália e tem cinco filhos com idades entre 1 e 15 anos. Uma delas, a pequena Shae, nasceu com perda auditiva moderada e utiliza um implante coclear desde bebê.

Como mãe, Natalie sempre pensou no que poderia acontecer com sua filha caso ela sofresse um acidente de carro. Pessoas com certos tipos de implantes cocleares não podem ser submetidas a exames de ressonância magnética.

Na ausência dos seus pais e numa eventual incapacidade da menina de se comunicar, quem poderia informar aos médicos sobre o implante coclear?

Foi aí que Natalie teve uma ideia simples, porém bastante engenhosa: uma capa de cinto de segurança que diz: “Eu tenho um implante coclear. Não posso fazer ressonância magnética”.

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Mãe cria capas de cintos de segurança para alertar paramédicos sobre a condição de seus passageiros

No caso de uma emergência (como um acidente de carro), os socorristas veriam a capa do cinto de segurança imediatamente.

A iniciativa foi bastante aplaudida por internautas nas redes sociais. Natalie recebeu milhares de pedidos de capas de cinto de segurança para esta e outras dezenas de condições médicas.

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Para atender tantos pedidos, em sua maioria de pais com filhos autistas, Natalie abriu um negócio chamado Personalized by Nat (“Personalizados por Nat”, em tradução livre).

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Com a abertura da empresa, ela vende dezenas de capas personalizadas para o mundo todo.

Mãe cria capas de cintos de segurança para alertar paramédicos sobre a condição de seus passageiros
“Tenho autismo. Posso resistir à ajuda.”

O negócio tem prosperado graças à excelente recepção do público, que torna a iniciativa da australiana cada vez mais popular e viral nas redes sociais. Hoje, há capas disponíveis para indivíduos com autismo, síndrome de Down, Mal de Alzheimer etc. Confira:

Mãe cria capas de cintos de segurança para alertar paramédicos sobre a condição de seus passageiros
“Meu nome é Shae. Eu sou não-verbal e tenho epilepsia.”

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Mãe cria capas de cintos de segurança para alertar paramédicos sobre a condição de seus passageiros
“Eu tenho síndrome de Down. Posso resistir à ajuda.”

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“Eu tenho paralisia cerebral. Preciso de ajuda para andar.”

Mãe cria capas de cintos de segurança para alertar paramédicos sobre a condição de seus passageiros
“Eu tenho Diabetes tipo 2. Dependo de insulina.”

Mãe cria capas de cintos de segurança para alertar paramédicos sobre a condição de seus passageiros
“Eu sou cego. Por favor, me ajude.”

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“Cão de serviço à bordo. Preciso acompanhar meu dono.”

Mãe cria capas de cintos de segurança para alertar paramédicos sobre a condição de seus passageiros
“Eu tenho Mal de Alzheimer. Posso resistir à ajuda.”

Profissionais que trabalham em serviços de emergência também elogiaram a iniciativa, uma vez que as capas avisam rapidamente o socorrista sobre como ajudar a vítima.

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Interessante notar que essas capas são portáteis, portanto não são utilizadas exclusivamente em veículos. Elas também podem ser usadas em mochilas, cadeiras de rodas ou em qualquer outro lugar onde você gostaria de alertar as pessoas de que alguém tem alguma deficiência ou condição médica especial.

As capas são tão simples e úteis que é surpreendente que ninguém tenha pensado nisso antes. Genial!

Mãe cria capas de cintos de segurança para alertar paramédicos sobre a condição de seus passageiros
“Eu sou surda. Tenho um implante coclear. Não posso ser submetida à ressonância magnética.”

O produto é vendido por US$ 16 cada (R$ 65). Com a alta demanda, atualmente há uma espera de duas a quatro semanas para a entrega. Natalie também envia internacionalmente por uma taxa extra.

“Shae tem sido a inspiração por trás deste trabalho. Antes de tentar fazer a diferença na vida de outras crianças, busquei fazer a diferença na vida dela, em primeiro lugar”, conclui Natalie.

[Nota de Redação]

O seu Zezinho tem 68 anos e nunca foi à escola. Ele queria muito aprender o alfabeto e finalmente poder escrever o próprio nome. Gentil toda vida, uma professorinha de 9 anos começou a ensinar o vendedor de picolé a ler e escrever.

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Fonte: Little Things/Fotos: Reprodução/Facebook

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