Casal adota cinco irmãos para que não se separassem no DF

Irmãos que moram em orfanatos convivem com o medo diário de serem separados na adoção. Maria Vitória (14), Pedro Henrique (12), Miguel (8), Gabriel (6) e Vitor (4) não precisam mais se preocupar.

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Os cinco irmãos foram adotados de uma vez só pelo casal Veranilda de Oliveira Guimarães e Adalberto Franco Guimarães. As crianças moraram por um ano no Orfanato Rebecca Jenkins, em Cidade Ocidental, no entorno do Distrito Federal.

Veranilda já trabalhava no abrigo e conhecia de perto a situação dos irmãos, separados da mãe biológica pelo Conselho Tutelar da cidade, por causa de situações de maus tratos e abandono.

A gestora social e o ferramenteiro aposentado deram entrada no processo de adoção na Justiça de Coiás. Antes disso, houve a tentativa de que os cinco irmãos fossem morar com os tios, mas não deu certo.

Leia também: Sempre cabe mais um: família já dotou 5 e hospedou outras 22 crianças que esperavam por adoção

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“Tinham essas cinco crianças que a família pegava e devolvia. Sempre que eu os via eles corriam para me abraçar. Maria Vitória toda vez pedia pra não deixar separar dos irmãos. Fui sendo ministrada com essas palavras”, contou Veranilda em entrevista para o G1.

Em 2017, ela participou de uma audiência que encaminharia as crianças para famílias diferentes. Veranilda explicou a situação para o marido, que não achava justo as crianças se separarem.

“Naquele momento, a gente não levou em conta nem os nossos cabelos brancos. Foi aí que a gente decidiu pedir a guarda dessas crianças para o juiz.”

casal adota cinco irmãos temiam separação
Pausa para a selfie da família Guimarães em passeio no shopping. Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução

Veranilda e Adalberto abriram mão de ter dois carros para ter um que cabe até 8 pessoas. O casal também trocou de casa, para acomodar os filhos com mais conforto. Todas essas mudanças dão às crianças a segurança de que elas têm um lar definitivo. É importante lembrar que o casal teve o apoio dos filhos biológicos, de 28 e 29 anos

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“Eles enxergam isso, que estamos fazendo alguma coisa para manter eles, e isso dá certeza que não serão devolvidos, que dessa vez é definitivo. Eles expressam muita gratidão”, afirma Veranilda.

O sentimento de gratidão é geral. As crianças já chamam Veranilda de “mãe” e Adalberto de “pai”, e não veem a hora de carregar o sobrenome “Guimarães” para todo mundo saber que elas têm uma nova família.

crédito da foto de capa: Aline Caetano/TJ-GO

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