Casal indiano adota 12 meninos com HIV que ninguém queria

Um casal adotou 12 meninos HIV positivos, abandonados pelas família, e provocou uma verdadeira corrente do bem.
As crianças, entre 7 e 17 anos, têm histórias semelhantes: nasceram com HIV, perderam seus pais, vítimas da doença, e nenhum parente quis ficar com elas.

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No início, Ajay Sharma e sua esposa, Babita, tiveram dificuldade para alugar uma casa que abrigasse tanta gente.
Quando conseguiram uma residência em Ganganagar, Meerut, na Índia, eles tiveram problemas com vizinhos que, por puro preconceito, rejeitaram a vinda das crianças para o bairro. Mas aos poucos as pessoas começaram a aceitar os jovens.
Logo Ajay Sharma passou a receber apoio de profissionais, comovidos com sua iniciativa. Médicos e professores começaram a ir até a casa, para consultar e ensinar as crianças.

“Eu sinto uma onda de energia positiva quando encontro essas crianças. Elas são tão cheias de vida. Só rezo para que a ciência encontre um tratamento viável para esta doença”, diz o Dr. Rajiv Prakash, pediatra que visita regularmente a casa.
Há 3 anos, Neema Jain, ensina a eles Hindu, Inglês e Matemática.

“Eles são como qualquer outra criança. Alguns deles são realmente brilhantes, diz ela.
Também está ajudando um funcionário do governo, Lokesh Sharma, que vai até lá para dar aulas de Yoga para os meninos. “Ela [Yoga] desenvolve a resistência deles”, explica.

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História
A história inspiradora de Ajay Sharma começou em 2004, quando ele sofreu uma hemorragia cerebral e ficou em coma por 15 dias.

Depois de experimentar um encontro próximo com a morte, ele diz: “entendi a importância de se estar vivo e decidi dedicar minha vida à causa das crianças carentes”.

Sharma abandonou o seu emprego no Governo de Phalawada e começou a ensinar as crianças nas favelas.
Em 2008, ele adotou uma criança com HIV, que tinha perdido os pais e depois foi abandonada por parentes.

Na época, o menino estava muito fraco e não conseguia vaga em hospitais. “Minha consciência não me permitia deixar essa criança. Trouxe-o para casa e cuidei dele. Felizmente, ele reviveu”, disse.
“Comecei a pensar por que a sociedade é tão injusta para uma criança que está sofrendo não por culpa própria. E resolvi mudar essa atitude. ” Naquele dia Ajav prometeu cuidar de outras crianças abandonadas com HIV positivo.

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Post publicado originalmente no site Só Notícia Boa.

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