Dani Suzuki mobiliza governo e classe artística para trazer crianças sírias refugiadas ao Brasil

Dani pretende ela mesma ir buscar as crianças na Síria.


PUBLICIDADE ANUNCIE

Muita gente pode não saber, mas Dani Suzuki faz trabalhos voluntários há anos. É compreensível, pois a atriz não faz questão que isso saia na mídia.

Dani ajudou a iniciar o projeto “Além das fronteiras” junto com a ACNUR (Agência da ONU para refugiados), a IKMR e outras para dar abrigo a crianças desamparadas.

Ela não quer se promover por algo que alguém na sua posição tem totais condições de fazer. Mas, desta vez, o que ela está fazendo por 20 crianças de Alepo, Síria, não passou despercebido, nem podia!

A atriz conseguiu autorização do governo brasileiro para trazer 20 crianças vítimas da guerra na Síria. “Quando vi a situação de Alepo, onde crianças estão sendo estupradas e não têm adulto por elas, pensei que eu podia fazer e decidi procurar meus amigos artistas e instituições nessa área”, contou Dani ao Extra.

Dani está recebendo apoio financeiro de instituições e da classe artística. Mais de 120 artistas se envolveram com a causa, entre eles, Bruna Marquezine, Bruno Gagliasso, Paolla Oliveira e Mariana Ximenes.

Dani Suzuli e o filho Kauai Foto: reprodução/instagram

Leia também: 8 maneiras práticas de ajudar as vítimas da guerra em Alepo

PUBLICIDADE ANUNCIE

Ela ainda quer fazer mais: ir buscar as crianças. “Não estarei numa zona de conforto, elas estão num campo para refugiados nas fronteiras. Mas quero tirá-las de lá o mais rápido possível. É inverno e já tem crianças morrendo de frio”, disse.

Assim que chegarem ao país, as crianças serão levadas para um abrigo organizado pela ONG Aldeia, onde terão a companhia de uma mãe que cuidará de cada uma delas. Depois, a ideia é levá-las de volta para a Síria, quando a guerra cessar.

Dani Suzuki: “Não tem como não pensar no meu filho caso eu faltasse” Foto: reprodução/instagram

E sabe como isso tudo começou? Com o filho de Dani. “Não tem como olhar para meu filho e não imaginar como ele estaria sem mim, se eu faltasse. Se ele fosse um destes sírios, estaria vulnerável, abandonado à própria sorte, atravessando um deserto sozinho. É assim com todos eles”, lamentou.

A gente precisa parar de olhar para o próprio umbigo. Vi fotos e vídeos de crianças torturadas e é muito chocante. Teve gente que eu procurei que me disse que não aguentava nem ver as fotos da tragédia”, finalizou.

Você também pode ajudar o futuro de crianças através da educação aqui .

Com informações do Best of Web / Fotos: Reprodução

PUBLICIDADE ANUNCIE


PUBLICIDADE ANUNCIE

Comentários no Facebook

Acessar

Resetar senha

Voltar para
Acessar