Como nos velhos tempos, circo retoma apresentações nas ruas para levar alegria e de graça

Hoje tem marmelada? Tem sim, senhor! Hoje tem palhaçada? Tem sim, senhor! É do modo antigo de se fazer circo que uma turma circense está enfrentando a pandemia do novo coronavírus.

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A trupe do Mundo Mágico – um Show de Circo, que está em Campina Grande (PB), é formada por artistas mambembes, pessoas que nascem no circo e crescem viajando de cidade em cidade, morando num canto e noutro.

O picadeiro é o ganha-pão desses artistas, mas sem plateia, ficaram parados e sem renda. Foi então que eles decidiram colocar o circo na rua e tem dado certo!

O artista vai aonde o público está. Além da necessidade, já que o público não pode vir até nós, nós vamos até eles”, disse Andreza Alvarado, administradora do circo.

Palhaço e malabaristas fazendo apresentação de circo no meio da rua
Foto: Rafael Melo/Razões para Acreditar

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Apoie um trabalhador autônomo nessa crise e faça sua doação no Mercado Solidário. Clique aqui e contribua.

Os palhaços, malabaristas, músicos, trapezistas, mágicos, contorcionistas, se apresentam na frente dos prédios, nos condomínios horizontais, e até nos semáforos. É só chamar que eles vão, e de graça. E se puder ajudar a arte, a ajuda é bem-vinda, claro!

A população é que tem nos mantido com palavras de carinho, com alimentos, remédios, com tudo. E assim a gente vai se mantendo”, explicou Andreza.

Pessoas na frente de prédio assistindo a apresentação de circo na rua
Moradores de prédios e residências assistem às apresentações dos artistas de circo na rua. Foto: Arquivo pessoal

O circo tem 35 pessoas, entre artistas e o pessoal de logística. “Obviamente, gostaríamos de estar em nosso palco, mas vamos tentando levar alegria às pessoas. A gente ama o que faz“, disse Andreza.

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Para ajudá-los, cantores e bandas da região, que têm visibilidade local, se juntaram e fizeram uma live para arrecadar donativos. Depois disso, o próprio circo fez a sua live com a ajuda dos moradores da cidade e veio até artista circense de outros estados para ajudar.

Palhaço fazendo apresentação de circo na rua

Artistas se apresentam na rua e atraem espectadores. Foto: Arquivo pessoalAndreza nasceu e foi criada no circo. Seus três filhos também, cada um nascido em uma cidade diferente, e ela nunca enfrentou um período tão difícil quanto esse.

“Afeta muito o psicológico porque a gente se sente impotente. Com o circo, a gente se sente útil, importante, de poder levar alegria às pessoas e sustento para nossas famílias”, disse.

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Mas com toda a ajuda que eles vêm recebendo, o mundo mágico do circo vai enfrentar mais essa dificuldade e logo, logo estarão todos sorrindo, como o circo sempre fez.

“São quatro meses sem picadeiro. O circo é a nossa vida, é uma máquina de levar alegria”, finalizou.

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