Coletivo de mulheres doa centenas de mantas para idosos em asilos de Petrópolis (RJ)


Coletivo de mulheres produz e doa mais de 200 mantas em Petrópolis (RJ)
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Dezenas de pessoas, das mais diversas regiões do país, se uniram para produzir e doar mais de 200 mantas para idosos carentes em Petrópolis, no Rio de Janeiro.

Essa corrente do bem começou em 2018, quando a mãe da artista plástica Renata Gam teve uma ideia simples, mas brilhante, de fazer quadradinhos de crochê (20×20 cm) para formar mantas e aquecer idosos que vivem em asilos.

A artista plástica levou a ideia para suas amigas, que toparam somar forças na produção das mantas, além de chamar outras pessoas para participar.

Coletivo de mulheres produz e doa mais de 200 mantas em Petrópolis (RJ)

O coletivo de mulheres acabou se tornando um grupo descentralizado e internacional: em um ano, foram enviados 8 mil quadradinhos de várias partes do Brasil e do mundo, suficientes para montar 235 mantas e dezenas de gorros.

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Co-fundadora do coletivo, Marcia Coelho Netto conta que mais de 100 gorros já foram doados para a creche São Charbel, no Caxambu, Comunidade Menino Jesus, que cuida de crianças excepcionais, e para a APPO (Associação Petropolitana dos Pacientes Oncológicos); mais de 39 mantas para o Hospital Vista Alegre (antigo SOC); e dezenas de mantas para casas de repouso de Petrópolis.

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Coletivo de mulheres produz e doa mais de 200 mantas em Petrópolis (RJ)

Quem quiser contribuir para aquecer mais pessoas nesse inverno, precisa fazer um quadradinho de crochê ou tricô 20×20 cm (com oito carreiras) e mandar para a Rua do Imperador, 842 (Loja 1 – Morita Modas), no Centro de Petrópolis.

As “Crochemigas” fazem um encontro toda última quarta-feira do mês, das 14h às 18h, na Casa de Cultura Cláudio de Souza (Praça Rui Barbosa, 5 — Centro) para crochetear juntas.

Muito mais do que confeccionar mantas ou gorros, essas mulheres uniram boas energias e disposição para um propósito maior: fazer o bem e criar conexões entre as pessoas. “Todo mundo deveria fazer isso uma vez na vida. Você entra no asilo de um jeito e sai de lá outra pessoa, muito melhor“, afirma Renata Gam, idealizadora do coletivo.

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Fonte: Sou Petrópolis/Fotos: Reprodução/Marcia Coelho Netto

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