Coletora recebe ajuda para filhos estudarem Medicina em universidades federais

A coletora de materiais recicláveis Maria Aparecida, 41 anos, é só alegria! Os dois filhos mais velhos dela foram aprovados no curso de Medicina em universidades federais!

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“Ainda está caindo a minha ficha. Estou muito feliz. A gente sabe da grandeza de Deus, mas não sabe o tamanho”, disse.

Mas Maria passou dias bastante difíceis antes de receber a melhor notícia da sua vida.

No ano passado, ela travou uma batalha contra o câncer. Maria teve que se afastar do trabalho e, sem essa renda, a situação financeira da família piorou.

coletoras de reciclaveis assaltada recebe doações para filhos medicina

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Nesse meio-tempo, a coletora sofreu um assalto à mão armada praticado por dois homens em uma motocicleta. Os criminosos a arrastaram pelo asfalto e atiraram contra ela, sendo que um dos tiros atingiu Maria de raspão na cabeça.

Levaram dinheiro, documentos pessoais e o aparelho celular da mulher. Após a divulgação da história, a coletora recebeu uma série de doações e compensações financeiras.

“Vai ajudar demais. Até o final deste ano o dinheiro vai dar, depois Deus proverá”, diz ela, sempre alicerçada nos fundamentos de sua fé.

Com o passar dos dias, mais doações chegaram, desta vez, para os filhos de Maria Aparecida: Moisés, 22 anos, e Milene, 19 anos, que foram aprovados no curso de Medicina das Universidades Federais de Goiás e do Tocantins, respectivamente.

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Profissionais da área jurídica também ofereceram ajuda para Maria conseguir o Auxílio Doença da Previdência Social.

“Eu agradeço demais a todas estas pessoas. Não tenho nem palavras. Sei que Deus vai retribuir a cada uma”, crê.

Você pode fazer uma doação para Maria Aparecida via depósito bancário. O banco é Caixa Econômica Federal, Agência 0013, Conta Poupança 00131833-3, CPF 905.432.461-91.

Relembre a história da Raíssa, filha de uma empregada doméstica e também aprovada em Medicina em uma universidade federal.

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[Nota de Redação]

O seu Zezinho tem 68 anos e nunca foi à escola. Ele queria muito aprender o alfabeto e finalmente poder escrever o próprio nome. Gentil toda vida, uma professorinha de 9 anos começou a ensinar o vendedor de picolé a ler e escrever.

[Ajude um jovem que montou uma escola no interior do Tocantins com materiais de um lixão para crianças carentes a construir uma escola de alvenaria. Clique aqui e doe.]

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Fonte: O Popular/Fotos: Reprodução/O Popular

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