Adolescente de 14 anos faz uma casa sustentável gastando apenas 10 mil dólares

“La Petite Maison” – uma história especial.

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Para construir uma casa, mesmo que pequena é necessário o mínimo de habilidade e noção de arquitetura.  Bem, essas não eram as características da estudante Sicily Kolbeck, de apenas 12 anos de idade. Mas sim, as características de seu pai, Dane Kolbeck que foi quem a ensinou os primeiros passos, no ano de 2012.

No início de 2013, o pai de Sicily veio a falecer, vítima de um acidente de carro. Lógico que Sicily passou por um período de adaptação sob a ausência da pessoa que, afinal, havia iniciado o projeto com ela e era nada menos que o seu pai. Mas de alguma maneira Sicily entendeu como sendo um incentivo ainda maior e a construção virou uma espécie de tributo.

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Então, dois anos após, a pequenina casa que começou a ser construída em 2012, ficara pronta, e ganhou o nome  de “Le Petite Maison” – em português, “A Pequena Casa”.

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A “Le Petite Maison” – é uma pequena casa sustentável, a construção é abastecida por energia fotovoltaica e os resíduos do banheiro são aproveitados por um método de compostagem. Ela é compacta, e possui praticamente tudo o que uma casa comum necessita. Tem 38 metros quadrados, uma pequena cozinha, com fogão, forno, pia e armários; um banheiro, com banheira; uma pequena área comum e um quarto, localizado no topo da casa.

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Sicily, que mora na Geórgia, Estados Unidos, elaborou o projeto a partir de um trabalho escolar, onde buscou identificar os interesses de cada aluno e a melhor maneira de aproveitá-los. Todo o projeto custou não mais que dez mil dólares. Em seu blog, Sicily nos conta como conseguiu juntar esse dinheiro. Segundo ela, a maior parte, sete mil dólares, foi obtida com uma troca de investimentos feita pela mãe. E como ela não pagava mensalidade na escola, essa economia foi direcionada à construção. Os outros US$ 1.660 foram obtidos por financiamento coletivo. E os US$ 700 restantes ela ganhou de presente.

Além de mostrar que é possível construir uma residência com esforço e pouco dinheiro, a norte-americana adquiriu habilidades que levará para toda vida, pois ela esteve envolvida  em todas as etapas – como a canalização, sistema elétrico, instalação dos painéis solares e carpintaria, e, principalmente, a valorização do espaço em que está vivendo.

O local que foi construído para ser um espaço de leitura e convivência, já possui a  consciência da importância d levar uma vida sustentável. “Minha decisão de construir um pequeno espaço foi pela economia e pelo desejo de ser livre. Liberdade, para mim, significa me manter de uma forma sustentável. A construção da casinha pode me dar estabilidade e conhecimento, que vão durar eternamente”.

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“Eu também queria mostrar que, quando me deram limões, eu não só fiz uma limonada. Eu fiz um bolo de limão. Eu comi e estava delicioso”, declarou a menina ao jornal Huffington Post.

 

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