Descubra se seus cosméticos e maquiagem são tóxicos com ajuda de um aplicativo

Muitas mulheres ao final do dia se preocupam somente com a remoção total do rímel. Não pensam se seu removedor de maquiagem está lhes fazendo mal. Afinal de contas, elas os compram na farmácia ou na perfumaria local, não no mercado negro, certo?

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Bom, aposto que depois de passar esse aplicativo pelos armários do banheiro, elas vão precisar de alguns adesivos de caveira para colocar nos produtos. O aplicativo gratuito chamado “Think Dirty” permite que os consumidores digitalizem o código de barras e façam uma busca para verificar se os produtos de beleza que estão usando, ou comprando, são potencialmente “venenosos”.

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A fundadora e CEO Lily Tse diz que começou a pesquisar “as muitas causas por trás do câncer de mama, incluindo ingredientes ‘tóxicos’ em produtos cosméticos e de cuidados pessoais.” Ela assistiu o documentário “Story of Cosmetics”, a história dos cosméticos, onde Annie Leonard destaca a presença de químicos tóxicos em produtos de cuidados pessoais. Lily diz que isso a fez se perguntar por que “a indústria de cosméticos não foi regulamentada como os setores de alimentos e drogas?” E enquanto buscava alternativas menos prejudiciais, ela descobriu que produtos que tinham as palavras “naturais” ou “orgânicas” nas embalagens não eram rotulados sempre de maneira transparente.

Então Lily decidiu usar seu projeto e plano de marketing para criar uma ferramenta que capacita e educa os consumidores.

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O aplicativo lançado em 2013 possui informações sobre mais de 68.300 produtos. Uma vez que você digitaliza o código de barras com seu smartphone, se o produto estiver no banco de dados, uma classificação aparece, 10 é a mais “suja”, e 1 é a menos tóxica.

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O aplicativo usa um método para expandir suas informações. Ele puxa o código do produto e tudo o que precisa fazer é digitar o nome da marca e tirar duas fotos, uma da frente e uma da lista de ingredientes no verso. Depois que os ingredientes forem examinados e avaliados, o produto terá uma classificação.

Lily espera que se os consumidores aprendam a verdade sobre os ingredientes, assim eles vão exigir opções mais limpas, forçando os fabricantes da indústria a fazer produtos que não nos fazem adoecer ou perder muitos clientes.

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