Brasileiros levam 2 medalhas na Olimpíada Internacional de Linguística


Brasileiros medalhas Olimpíada Internacional Linguística
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A delegação de oito estudantes brasileiros que foi à Coreia do Sul representar o país na 17ª edição da Olimpíada Internacional de Linguística está trazendo na bagagem duas medalhas de prata e dois prêmios especiais. A competição reuniu 55 equipes, formadas por 215 alunos de 37 países.

O carioca João Henrique Fontes, 16 anos, aluno do Colégio Militar do Rio de Janeiro, e o paranaense Gustavo Palote, 18 anos, que completou o Ensino Médio no Instituto Federal do Paraná, conquistaram medalhas de prata na categoria individual.

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Brasileiros medalhas Olimpíada Internacional Linguística
Foto: Reprodução/Olimpíada de Linguística

O veterano Palote, que já está na sua terceira participação internacional na Olimpíada de Linguística, também recebeu uma premiação especial pela resolução perfeita de um dos puzzles propostos na modalidade. Apenas sete dos mais de 200 participantes conseguiram finalizar o desafio.

João Henrique, que está em sua segunda participação, conquistou, ainda, o 1º lugar em uma atividade paralela que segue os moldes do programa de perguntas e respostas Jeopardy, exibido desde a década de 1960 na TV americana.

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Os oito estudantes foram selecionados por meio da Olimpíada Nacional de Linguística, evento educacional gratuito realizado pelo Instituto Vertere, que, com apoio do Instituto Sociocultural Brasil-China (Ibrachina), da Sharpen Capital e da Financiadora de Estudos e Projetos – FINEP, levou os adolescentes para a Coreia do Sul.

“O Brasil já tem uma das maiores olimpíadas de Linguística do mundo. Esta olimpíada é bastante especial, pois faz os alunos trabalharem sobre diversas linguagens, das línguas nativas às linguagens matemáticas e de programação”, afirma Felipe Pimentel, coordenador pedagógico do Instituto Vertere, que acompanhou as equipes na Coreia do Sul.

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Apoio da embaixada brasileira na Coreia do Sul

A delegação de estudantes brasileiros e a equipe do Instituto Vertere (apoiador das equipes brasileiras na Olimpíada Internacional de Linguística) foram recebidas na Embaixada do Brasil, em Seul, pelo Secretário de Cultura e Educação, Luiz Gustavo V. B. Givisiez, e pelo Ministro-Conselheiro Paulo Cypriano, que afirmou que o envolvimento de jovens em olimpíadas que vão além das disciplinas mais tradicionais como matemática, história, física e química, é de extrema importância para expandir os horizontes de conhecimento.

Perfis dos estudantes brasileiros medalhistas

João Henrique Fontes, prata individual e 10 lugar na atividade Jeopardy

Rio de Janeiro/RJ – 16 anos / 3° ano do Ensino Médio no Colégio Militar do Rio de Janeiro

Brasileiros medalhas Olimpíada Internacional Linguística
Foto: Divulgação

Sua primeira experiência olímpica foi quando estava no 5° ano do Ensino Fundamental. João já perdeu as contas de quantas medalhas ganhou em diferentes olimpíadas, como de Matemática, Química, Astronomia e, agora, Linguística. O gosto pelas palavras no meio de tantos números não é inusitado: João fala francês e japonês desde pequeno – eram matérias correntes na escola onde estudava –, alemão, inglês e ainda se vira bem em italiano e espanhol. Para se comunicar na Coreia do Sul, país sede da 17ª edição da Olimpíada Internacional de Linguística, João começou a aprender também o coreano.

Essa é a segunda vez que ele participa da Olimpíada Internacional de Linguística: no ano passado, trouxe de Praga (República Checa), também uma medalha de prata na categoria individual.

Gustavo Palote, prata individual e prêmio especial pela resolução perfeita de puzzle linguístico

Londrina/PR – 18 anos / Completou o Ensino Médio no Instituto Federal do Paraná

Brasileiros medalhas Olimpíada Internacional Linguística
Foto: Divulgação

Gustavo também já tem experiência internacional: participou das duas edições anteriores da competição: em 2018 em Praga (República Tcheca), quando conquistou dois bronzes (individual e por equipes), e em 2017 em Dublin (Irlanda), edição em que recebeu menção honrosa. Para ele, as Olimpíadas são muito mais do que uma competição, são, principalmente, uma oportunidade enriquecedora, de muito aprendizado e uma bagagem cultural incrível. “Eu jamais teria conhecido esses países se não fosse pelas Olimpíadas”, enfatiza.

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